quinta-feira, 30 de maio de 2019

Justiça do Trabalho dobra multa contra cooperativa que não assina carteira em Caxias

A Justiça do Trabalho dobrou para R$ 2 mil por trabalhador a multa para Cooperativa de Trabalho e Serviços Administrativos que presta serviços à Prefeitura de Duque de Caxias. 

Desde 2017, o Sindicato vem buscando regularizar a situação de trabalhadores que prestam serviços para a prefeitura de Duque de Caxias em situação irregular através da Cooperativa de Trabalho e Serviços Administrativos. 

Acontece que a cooperativa não cumpre as normas da CLT e também da Convenção Coletiva de Trabalho dos vigias e demais profissões com em casos básicos de anotação do vínculo na carteira de trabalho o que deixa os empregados sem nenhum amparo jurídico. 

Em primeira decisão, a 7ª Vara do Trabalho de Duque de Caxias determinou que a cooperativa regularizasse a situação de todos os contratados sob pena de multa por trabalhador. 

Dois anos depois, a cooperativa não apresentou à Justiça nenhuma comprovação das alterações ou cumprimento da ordem judicial. 

Duas empresas condenadas a repassar mensalidades sindicais

As empresas GPS Predial e Graber Sistema de Segurança foram condenadas pela 2ª Vara do Trabalho do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, no Rio, a repassar as mensalidades sindicais vencidas e que irão vencer descontadas dos trabalhadores ao Sindicato.

As empresas não vinham cumprindo o que determina a Constituição Federal e a Convenção Coletiva de Trabalho, além de cometer o crime de apropriação indébita retendo o dinheiro de contribuição do trabalhador.

Essa é mais uma vitória do Sindicato. As contribuições mensais são essenciais para manutenção dos serviços dos sindicato como o consultório odontológico, a assistências aos vigilantes e o custeio da sede da entidade, além da emissão das carteiras para os associados. 

E você? Já se filiou ao Sindicato dos Vigilantes de Duque de Caxias? Ainda não? Então entre em contato e conheça seus benefícios. Telefone: (21) 3134-1193.

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Portaria da Polícia Federal dificulta uso de poliuretano em carro forte e cofres de base


Portaria publicada pela Polícia Federal no último dia 08 de março deu um importante passo para a saúde e segurança dos vigilantes. O Delegado Chefe da CGCSP publicou a Portaria 34.383, de 25/02/2019, que “estabelece normas e procedimentos para utilização de elemento adicional de segurança (injetor de poliuretano) no interior de veículos especiais e bases das empresas de transporte de valores”.

A portaria regula, assim, a utilização de poliuretano nos veículos de transporte de valores e bases das empresas. O produto é altamente inflamável e agressivo à saúde dos trabalhadores.

A portaria, no entanto, carece de fixação quanto à obrigação da empresa de fornecer os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) para os trabalhadores que acessam os cofres, tanto nas bases, quanto nos carros fortes.

O uso é facultativo a cada empresa de transporte de valores. No interior dos veículos de transporte de valores é limitada aos cofres, sem acesso ou contato com a cabine do veículo ou com a guarnição dos vigilantes.

Já nas bases das empresas, a utilização somente poderá ocorrer no interior dos cofres destinados a guarda de numerário.

Caso a empresa utilize o material, ela fica responsável pela elaboração do plano de evacuação, o qual deverá ser aprovado pela Polícia Federal (DELESP ou CV).

Nos cofres onde for utilizado o poliuretano, é vedado a contagem de dinheiro. O ingresso dos profissionais é permitido apenas para guarda ou retirada de malotes.

A edição da portaria significa um avanço para a categoria. O combate ao uso do produto químico é uma luta antiga da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) em parcerias com seus sindicatos.

Várias denúncias foram feitas desde 2017 sobre os riscos com a utilização do material expondo a saúde e a segurança dos vigilantes sem qualquer proteção dos empregados.

Há registros de acionamentos acidentais que levaram, inclusive à morte, uma trabalhadora de São Paulo resultante do contato com o produto.

Nunca é tarde para lembrar das vítimas da boate Kiss, em Santa Maria/RS, que morreram após a casa de festas pegar fogo e as chamas se alastrarem rapidamente por conta da utilização do poliuretano no revestimento das paredes, além do recente caso do CT do Flamengo que vitimou 10 jovens jogadores. 

sexta-feira, 17 de maio de 2019

Emenda à Reforma da Previdência visa garantir aposentadoria especial para vigilantes

Uma emenda à PEC 06/2019, que trata da reforma da Previdência, garantindo a aposentadoria especial dos vigilantes, foi elaborada por representantes da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) e diversos sindicatos, e está sendo entregue aos deputados federais, em Brasília, por lideranças da categoria.

A emenda precisa da assinatura de pelo menos 171 parlamentares para ser acatada na Comissão Especial que examina a proposta do governo Bolsonaro que pode acabar com o direito dos vigilantes.

Na última semana, aconteceram dois encontros em Brasília, promovidos pela CNTV e pelo deputado distrital Chico Vigilante para discussão da reforma e elaboração da emenda. 

Na proposta apresentada pelo governo Federal, os vigilantes perdem sua aposentadoria especial e serão enquadrados nas mesmas condições dos demais trabalhadores. 

Isso obrigaria os vigilantes a trabalhar até os 65 anos (homem) ou 62 (mulheres), tendo de contribuir por 40 anos ou mais para se aposentar e receber o valor integral do benefício.

A emenda que está sendo levada aos deputados propõe que a aposentadoria especial seja destinada aos trabalhadores e às trabalhadoras expostos a agentes nocivos químicos, físicos e biológicos prejudiciais à saúde, ou associação desses agentes, ou ocupação e também ao enquadramento por periculosidade. Isso manteria os vigilantes entre os casos de aposentadoria especial.

O deputado Chico Vigilante e outros representantes da categoria buscaram o apoio do deputado Wellington Roberto (PR-PB), um dos líderes do Centrão, bloco de parlamentares com grande força na casa.

A participação de toda categoria pressionando os parlamentares de sua região é importante para a inclusão da emenda na reforma e garantir a permanência da aposentadoria especial para os vigilantes. 

É bom lembrar aos parlamentares que é impossível um vigilante completar 25 anos de contribuição e no exercício de uma atividade que é de alta periculosidade, aos 50 anos, por exemplo. Além de ter de trabalhar mais 15 anos para chegar aos 65 anos exigidos na proposta da PEC 06/2019 como quer Bolsonaro. 

Como esse trabalhador sobreviverá nessa atividade de elevado risco? Possivelmente não conseguirá se manter na profissão, inviabilizando sua aposentadoria.

terça-feira, 7 de maio de 2019

Reforma da Previdência começa a ser debatida na Câmara dos Deputados e você sabe quanto tempo falta para aposentar?


A reforma da Previdência 2019 volta a tramitar na Câmara dos Deputados esta semana. Nesta terça-feira (7), a Comissão Especial da Câmara que vai analisar o mérito da Proposta de Emenda à Constituição 6/2019, a PEC da Previdência fará a primeira reunião, a partir das 14h30. Estão previstas 11 audiências públicas com cerca de 60 convidados para debater a tentativa de "reforma" da Previdência do governo Jair Bolsonaro.
O presidente da comissão, deputado Marcelo Ramos (PR-AM), afirma trabalhar para aprovar o texto da reforma na comissão e entregar análise ao plenário da Câmara até julho, onde são necessários 308 votos (três quintos dos 513 votos) para a aprovação da medida, por se tratar de uma alteração da Constituição.
A proposta de reforma da Previdência de Bolsonaro quer trazer para o Brasil um sistema que levou os aposentados à falência em muitos países: a capitalização.
Se o trabalhador não tiver como poupar, mesmo que por um período, será cada vez mais difícil aposentar.
Você sabe quanto tempo falta para você se aposentar? Faça as contas você mesmo e tire suas próprias conclusões sobre a reforma.
Para calcular o tempo CLIQUE AQUI.

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Sindicato entrega carteiras de saúde

Os vigilantes da empresa Juiz de Fora Vigilância já podem retirar a carteirinha do sistema de saúde laboratorial no sindicato.

Para isso, os trabalhadores devem comparecer à sede da entidade que fica a Rua Francisco Sabino, 151, Ap. 101 - Parque Fluminense - Duque de Caxias.

O horário de funcionamento é de 09h às 17h.

quarta-feira, 24 de abril de 2019

Senado debate possível fim da aposentadoria especial do vigilante

Mudanças nas regras das aposentadorias especiais, previstas na reforma da Previdência Social em análise no Congresso, foram duramente criticadas por representantes de trabalhadores que participaram de audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), nesta segunda-feira (22). O ciclo de debates sobre a PEC 6/2019 atende a requerimento do presidente do colegiado, senador Paulo Paim (PT-RS).
O presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes e Prestadores de Serviços, José Boaventura Santos, ressaltou que os vigilantes são “ficha limpa” e estão presentes em todos os setores da sociedade, prestando apoio às ações de segurança pública. O especialista informou que todos os 2,5 milhões de profissionais registrados junto à Polícia Federal passam por testes de idoneidade a cada dois anos. Para Boaventura, as limitações de idade impostas ao exercício da profissão justificam a necessidade de manutenção da aposentadoria especial da categoria.
— Após completarem 40 anos, as portas do mercado de trabalho se fecham para esses profissionais, que já não têm tantas condições de correr ou permanecer de pé por mais de 12 horas, como a carreira exige. Não vale a pena o governo justificar economia retirando direitos dos trabalhadores.
O deputado distrital Chico Vigilante (PT-DF) defendeu os vigilantes e sua aposentadoria especial, por entender se tratar de “uma profissão de risco” e solitária. O parlamentar citou ainda os professores e declarou que a proposta do governo trata esses trabalhadores como se fossem “invisíveis”.
— Eu acho uma das maiores maldades quererem acabar com a aposentadoria especial, e não podemos aceitar. Não é correto, não é justo, porque governos passam e nem se preocupam em conhecer essas realidades a fundo.
Presidente da Associação Nacional dos Agentes de Segurança do Poder Judiciário da União, Roniel Andrade apontou que os agentes de segurança têm peculiaridades como a insegurança no exercício da atividade e, por isso, a contagem do tempo diferenciada é necessária. Roniel garantiu que isso não significa vaidade ou vontade de trabalhar menos dessas pessoas.
— É um trabalho árduo. Não dá para se pensar num agente de segurança proativo e bem treinado, quando a limitação do tempo é inevitável. O tempo é implacável e traz limitações impostas pela própria natureza humana.

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Juiz de Fora contrata vigilante reabilitado ou PNE e currículo deve ser entregue no Sindicato

A Juiz de Fora Empresa de Vigilância solicitou ao Sindicato o encaminhamento de pessoas portadoras de necessidades especiais que estejam aptas ou foram reabilitadas pelo INSS para o exercício de vigilante, que possuem o curso de formação, e também para atuarem na área administrativa. 

Os interessados devem procurar o Sindicato e encaminhar currículo ao endereço na Rua Francisco Sabino, 12 - Parque Fluminense - Duque de Caxias. 

A empresa vai contratar nos termos do artigo 93 da Lei 8.213/91 que exige que toda empresa deve preencher parte de seu quadro de funcionários com beneficiários do INSS reabilitados ou com pessoas portadoras de deficiência.

terça-feira, 9 de abril de 2019

Ação do Sindicato garante pagamento de adicional a vigilantes


Uma Ação de Cumprimento movida pelo Sindicato dos Vigilantes, Vigias e Bombeiros Civis na 6ª Vara do Trabalho de Duque de Caxias garantiu o fornecimento de cestas básicas a 30 vigilantes funcionários da empresa CTS Vigilância e Segurança.
O Sindicato também cobrou que a empresa cumprisse a Convenção Coletiva de Trabalho realizando o pagamento do acréscimo de 20% no salário para o vigilante chefe de turma. A empresa informou que regularizou o pagamento.
“Procuramos garantir o cumprimento de todos os direitos dos trabalhadores. Todos os anos enfrentamos uma negociação dura para manter as conquistas. Esse é o papel do Sindicato: garantir que os trabalhadores tenham seus direitos respeitados”, afirma o presidente do Sindicato, Carlos Gil.

Sindicato quer regularização da contratação de vigias na prefeitura de Duque de Caxias


O Sindicato dos Vigilantes, Vigias e Bombeiros Civis de Duque de Caxias acionou na Justiça a prefeitura da cidade e a Cooperativa de Trabalho e Serviços Administrativos pela contratação de mais 180 vigias.
O intuito da entidade foi pedir a regularização das contratações, já que o serviço não pode ser prestado ao ente público através de sistema cooperado. A contratação deve ser individual e respeitar as cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho da categoria, assinando as carteiras de trabalho e recolhendo as verbas.
Em decisão, a 7ª Vara do Trabalho de Duque de Caxias acolheu o pedido do Sindicato. A cooperativa recorreu. Uma reunião estava agendada entre Sindicato e cooperativa para tratar da regularização dos contratos e legalização dos profissionais.

sexta-feira, 5 de abril de 2019

AJUDAS DE CUSTO DO SINDICATO LABORAL - VALORES VIGENTES DE 01 DE MARÇO DE 2019 A 28 DE FEVEREIRO DE 2020


Convenção Coletiva 2019/2020 e Regulamento.

O Sindicato obreiro deverá oferecer a todos os membros da categoria abrangidos por esta CCT, ajuda de custo em caso de desemprego, doença, falecimento, matrimônio, natalidade ,capacitação profissional

Leia o Regulamento e saiba como funciona.

Parágrafo Primeiro: Para a efetiva viabilidade financeira dos auxílios descritos a sua concessão ficará condicionada ao pagamento pelas empresas, sem desconto do empregado, até o dia 10 (dez) de cada mês o valor de R$ 35,00 (TRINTA E CINCO) por cada empregado que possua, acompanhado do envio do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

Parágrafo Segundo: O Sindicato Obreiro ficará responsável pela elaboração de normas e procedimentos visando o recebimento da ajuda de custo pelo empregado

Parágrafo Terceiro: O pagamento fora do prazo a que se refere o parágrafo primeiro deixará a Empresa sujeita à multa de 5% (cinco inteiros por cento) sobre o devido, acrescidos de correção monetária e juros de mora.

REGULAMENTO DA AJUDA DE CUSTO

PRAZOS PARA SOLICITAÇÃO - Para os empregados ativos, as Ajudas deverão ser solicitadas até 60 dias a partir da ocorrência do evento. Em caso de demissão do Empregado, o prazo para solicitação será de 30 dias da data do desligamento, desde que não tenha ultrapassado os 60 dias da ocorrência do evento, quando o mesmo perderá o direito à Ajuda.

COMO FAZER A SOLICITAÇÃO - Pessoalmente na sede do Sindicato ou através de e-mail enviado ao sindicato, juntamente com a documentação necessária, ficha de cadastro e dados bancários para o devido depósito.

PAGAMENTO - O pagamento da Ajuda de Custo será realizado no dia 20 de cada mês.

O Sindicato poderá solicitar outros documentos para esclarecimentos adicionais, assim como caberá recurso do trabalhador, no prazo de 30 dias, em caso de discordância de qualquer decisão exarada pela entidade.


ASSISTÊNCIA MÉDICA AMBULATORIAL


O plano de assistência médica foi desenvolvido para atender as necessidades e garantir a saúde do Vigilante. Muitas especialidades de atendimento e exames para o Vigilante poder cuidar da sua saúde de forma digna.

Carência: Imediatamente após a empresa realizar o primeiro pagamento

Documentos Necessários: Contra-cheque e documento oficial com foto.


 AJUDA CESTA BÁSICA

Ajuda fornecida em caso de afastamento por motivo de doença superior a 60 dias. O valor é fornecido através de depósito em conta corrente, para compra de alimentos.

Carência:4 (quatro) meses a contar do pagamento da 1ª contribuição.

Documento Necessário: cópia simples Ofício do INSS deferindo o benefício.

Prazo para solicitação: até 60 (sessenta) dias a partir da ocorrência do evento.

Quantidade parcela:1 (uma) parcela a cada seis meses, quando o afastamento não for contínuo.


AJUDA CAPACITAÇÃO TITULAR


Ajuda para despesas com matrícula em instituição de ensino, técnico e superior.

Carência:4 (quatro) meses a contar do pagamento da 1ª contribuição.
Documentos exigidos: cópia simples do comprovante de matrícula em nome do empregado.

Prazo para solicitação: até 60 (sessenta) dias a partir da data do efetivo pagamento da matrícula.
Quantidade parcela:1 (uma) parcela anual valor vigente na tabela de Auxílios.


AJUDA DOENÇA


Ajuda de custo para casos de afastamento por mais de 30 (trinta) dias, para ajudar com despesas até o pagamento do benefício do INSS.

Carência: 4 (quatro) meses a contar do pagamento da 1ª contribuição.

Documento Necessário: cópia simples do atestado médico e agendamento da perícia junto ao INSS.
Prazo para solicitação: até 60 (sessenta) dias a partir da ocorrência do evento.
Quantidade parcela: 1 (uma) parcela a cada seis meses, quando o afastamento não for contínuo.


AJUDA FARMÁCIA

Despesas com Titular

Ajuda para compra de medicamentos, desde acompanhado de receitas médicas e nota fiscal. Ressaltamos que o reembolso será no valor da nota fiscal, observando o limite do benefício em vigor e estão excluídos do reembolso as despesas com quaisquer produtos de tratamento estético.
  
Carência:4 (quatro) meses a contar do pagamento da 1ª contribuição.

Documentos exigidos: Nota Fiscal emitida por meio eletrônico com a descrição dos medicamentos. 

Receita original para validação e cópia da mesma para retenção.

Validade da nota fiscal: até 60 (sessenta) dias a contar da data de emissão.

Validade da receita médica: Medicamentos uso comum - 4 (quatro) meses a partir da data de emissão. 

Medicamentos uso contínuo - 12 (doze) meses a partir da data de emissão.

A informação USO CONTÍNUO deve estar prescrito na receita.

Prazo para solicitação: até 60 (sessenta) dias a partir da ocorrência do evento.

Regras para o Reembolso : O empregado poderá dentro do período de 12 meses solicitar o benefício diversas vezes, sendo que o total do reembolso é limitado ao valor anual do Benefício previsto na tabela vigente nos acordos e convenções.

AJUDA RENDA FAMILIAR

Ajuda em caso de falecimento de um dependente legal do empregado, valor para ajudar nas despesas da família.

Carência: 4 (quatro) meses a contar do pagamento da 1ª contribuição.

Documento Necessário: cópia simples da certidão de óbito, da carteira profissional do empregado. Por ter cunho social e imediato, nos casos em que houver mais de 1 (um) dependente, apenas um deles poderá representar os demais; através de declaração assinada por todos ; com firmas reconhecidas em cartório.

Prazo para solicitação: até 60 (sessenta) dias do óbito.

Quantidade parcela: 1 (uma) única parcela.


AJUDA MATRIMÔNIO


Carência:4 (quatro) meses a contar do pagamento da 1ª contribuição.

Documento Necessário: cópia simples da certidão de casamento.

Prazo para solicitação: até 60 (sessenta) dias a partir da ocorrência do evento.

Quantidade parcela:1 (uma) única parcela.
  
AJUDA NATALIDADE

Carência: 4 (quatro) meses a contar do pagamento da 1ª contribuição.

Documento Necessário: cópia simples da certidão de nascimento.

Prazo para solicitação: até 60 (sessenta) dias a partir da ocorrência do evento.

Quantidade parcela: 1 (uma) parcela para cada nascimento.

Ajuda de custo desemprego

Carência: 4 meses a contar da 1ª contribuição.

Documento necessário: cópias da rescisão de contrato de trabalho, carteira de trabalho e documento de identidade.

Neste caso o trabalhador terá direito ao auxilio de custo desemprego , como também o auxilio  cesta básica.

TABELA DE VALORES

AJUDAS DE CUSTO
Cesta Básica 
R$ 155,00
Ajuda Capacitação Titular
R$ 155,00
Ajuda Doença
R$ 239,00
Ajuda Farmácia 
R$ 85,00
Ajuda Renda Familiar
R$ 239,00
Ajuda Matrimônio
R$ 183,00
Ajuda Natalidade
R$ 183,00
Ajuda de custo desemprego
R$ 239,00

Ficha de pedido de auxílio

quarta-feira, 27 de março de 2019

Tabela salarial vigilantes 2019-2010


Reforma da Previdência para os vigilantes


Vamos voltar ao exercício de desnudar as perversidades da Proposta de Emenda Constitucional – PEC nº 6 do Sr. Jair Bolsonaro.

Desta vez vamos tratar dos valores mínimos de aposentadoria e dos reajustes.

Pois bem, a tal PEC altera o atual artigo 201 da Constituição Federal. Este artigo assegura que nenhum trabalhador ou aposentado receba menos de um salario mínimo mensal. Veja abaixo o texto atual:

Art. 201 - A previdência social será organizada sob a forma de regime geral, de caráter contributivo e de filiação obrigatória, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial, e atenderá, nos termos da lei, a: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)

..

§ 2º Nenhum benefício que substitua o salário de contribuição ou o rendimento do trabalho do segurado terá valor mensal inferior ao salário mínimo. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)

§ 1º - ...

§ 2º Nenhum benefício que substitua o salário de contribuição ou o rendimento do trabalho do segurado terá valor mensal inferior ao salário mínimo. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)

 A PEC altera a Constituição e diz que os valores de reajuste dos benefícios e o reajuste das aposentadorias serão objetos de uma Lei Complementar, de iniciativa do governo, que fixará o valor dos benefícios, SEM GARANTIR UM  PISO OU VALOR MINIMO, como garantido atualmente. Isto significa que o governo pode fixar um valor abaixo do mínimo ou na ocasião do reajuste das atuais aposentadorias os valores fiquem abaixo do salário mínimo.  Veja abaixo o que está escrito na PEC e compare:

Art. 201.  O Regime Geral de Previdência Social, de caráter contributivo e de filiação obrigatória, observados os critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial, atenderá a:

§ 1º  Lei complementar de iniciativa do Poder Executivo federal disporá sobre os seguintes critérios e parâmetros do regime de que trata este artigo:

I           - regras de cálculo e de reajustamento dos benefícios;

II          - limites mínimo e máximo do salário de contribuição;

III         - atualização dos salários de contribuição e remunerações utilizados para obtenção do valor dos benefícios;

A PEC retira uma das conquistas mais sagradas e justas para os trabalhadores conquistada na Constituição de 1988 que foi o pagamento de, no mínimo, um salário mínimo para qualquer trabalhador, ativo ou inativo.

Tira dos velhinhos para encher as burras dos banqueiros.

Perversidade pura!

terça-feira, 4 de abril de 2017

Roubos de cargas e Escolta Armada são discutidos em audiência na Alerj


A convite dos presidentes das comissões de Segurança Pública e de Economia da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), deputados Martha Rocha (PDT) e Waldeck Carneiro (PT), representantes dos Vigilantes como o Sindicato dos Vigilantes de Niterói, São Gonçalo e região, Petrópolis e região, Itaguaí e Duque de Caxias participaram de audiência pública nesta terça-feira (04/04). Os deputados vão solicitar ao Executivo a criação de uma Divisão de Roubos e Furtos de Cargas na Polícia Civil. A audiência pública debateu medidas de combate a esse tipo de crime.

Segundo números do Instituto de Segurança Pública (ISP) apresentados em um estudo da Federação das Indústrias do Estado (Firjan), entre 2011 e 2016 foram registrados mais de 33 mil roubos de cargas, o que representa um aumento de 220% nestes crimes, causando um prejuízo de R$ 2,1 bilhões. Ainda segundo o levantamento, a região Metropolitana concentra 94,8% dos casos.Apenas em 2016 foram mais de 10 mil casos. A Avenida Brasil foi considerao um dos principais focos de ações dos bandidos.

Para a deputada Martha Rocha, a criação de uma estrutura similar à Divisão de Homicídios vai ajudar a reduzir esses números. "Há uma forte concentração da mancha criminal na Pavuna, Pedreira, Fazenda Botafogo, mas que também alcança São Gonçalo e algumas partes da Baixada Fluminense. Se pudermos reproduzir o mesmo paradigma da Divisão de Homicídios na Divisão de Roubos e Furtos, vamos ganhar qualidade nas investigações e ter mais eficiência", explicou a parlamentar.
Especialista em Gerência de Competitividade e Investimentos da Firjan, Riley Rodrigues destacou que esse crime também prejudica o consumidor, que acaba pagando mais caro pelas mercadorias. Ele cobrou a implementação de medidas aprovadas pelo Legislativo, como a lei que determina a integração de informações de diferentes órgãos governamentais sobre os crimes. "É o estado com mais projetos contra roubo de cargas no legislativo. Só que é preciso que as matérias saiam do papel e se tornem reais", finalizou.

O presidente do SVNIT, Cláudio Vigilante, relatou a situação dos vigilantes de Escolta Armada e sugeriu que um grupo de trabalho seja constituído para discutir o transporte de cargas e a escolta armada permanentemente. “Temos uma série de pedidos de alteração da legislação já apresentadas na Polícia Federal em Brasília e à Câmara dos Deputados. Precisamos de um grupo de trabalho com todas as forças que seja sólido e se reúna permanentemente. Pedimos o apoio aos deputados estaduais para pressionar a bancada do Rio de Janeiro. Precisamos mudar a realidade dos carros de escolta armada, do calibre das armas, enfim, precisamo arrumar um jeito por que os empresários nos roubos perdem apenas as cargas, mas temos perdido muitas vidas de vigilantes também. Isso tem que acabar”, afirma Cláudio.

Durante a audiência pública foram apresentadas outras 15 propostas. Representantes da Policia Rodoviária Federal (PRF) e Sindicato das Empresas do Transporte Rodoviário de Cargas e Logística do Rio de Janeiro (SindCarga) pediram o aumento de penas para o envolvimento com roubo de cargas, a instalação de um posto policial na Pavuna, e o reforço do policiamento com a Força Nacional nas rodovias.

Operação conjunta

Segundo o Superintendente da Polícia Rodoviária Federal, Orlando Rodrigues, mais de 40% do roubo de carga no Brasil acontece no estado do Rio de Janeiro, que hoje tem um déficit de 350 agentes. "Por isso precisamos aumentar o efetivo. Com esse número a mais na equipe da PRF no estado conseguiremos dar uma resposta mais eficiente contra a violência do que estamos dando hoje", reforçou.

No dia 26 de novembro uma operação chamada "Asfixia" reuniu 66 policiais civis, 38 policiais militares, 30 policiais rodoviários e 112 homens da Força Nacional para combater as quadrilhas que atuavam ao redor das comunidades do Chapadão e da Pedreira, zona Norte do Rio. A reedição dessa parceria foi outra proposta apresentada na audiência.

Segundo o representante da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) da Polícia Civil, Thiago Dorigos, o objetivo era que a operação durasse até o carnaval. Mas, com a crise no sistema penitenciário, a Força Nacional precisou sair no mês de janeiro. Mesmo assim, os efeitos foram sentidos: Do início da "Asfixia" até o dia 6 de janeiro só foram registrados seis casos. "A ideia é que esta operação volte. Ela acarretou em uma redução significativa da violência nessa região", disse Thiago.

Participaram da reunião ainda representantes do ISP, dos Correios, da Federação dos Transportadores de Carga do Estado do Rio (Fetranscarga) e da Polícia Militar.

Fonte: Imprensa SVNIT com informações Assessoria Alerj

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Seminário sobre segurança bancária em Niterói/RJ apresenta propostas

O 1º seminário sobre Segurança Bancária realizado pelo Sindicato dos Vigilantes de Niterói, São Gonçalo e região (SVNIT) no último dia 26/11 reuniu dezenas de participantes na Câmara de Vereadores de Niterói. Os Sindicatos dos Bancários de Niterói e região e dos Vigilantes de Duque de Caxias, Itaguaí e Petrópolis/RJ participaram dos debates. Foi aprovada uma pauta com propostas que serão levadas à Polícia Federal e aos bancos. 

O presidente do SVNIT, Cláudio José de Oliveira, destacou a importância do evento idealizado a partir de reivindicações dos trabalhadores. “Em muitas das nossas visitas às agências bancárias da nossa base detectamos que os vigilantes enfrentam muitos problemas não só nas condições de trabalho, mas também no relacionamento com alguns gerentes. O desvio de função também foi muito lembrado. A partir disso fizemos esse seminário que foi muito rico e elencou uma série de propostas que vamos levar a todos os órgãos competentes”, avaliou.

Representando o Sindicato dos Bancários de Niterói, Jorge Antônio Oliveira (Porkinho), lembrou a parceria entre o SVNIT e os Bancários e reforçou a confiança no trabalho da direção. “Me orgulho de ter contribuído para essa forte parceria. O SVNIT é uma entidade séria e de companheiros sérios. O Sindicato dos Bancários de Niterói estará sempre à disposição dos vigilantes para lutarmos juntos”, disse. Porkinho ainda falou sobre a necessidade de unificar as campanhas salariais das duas categorias. “Sonho com o dia em que teremos uma campanha salarial unificada entre vigilantes e bancários. Só assim teremos força capaz de enfrentar o poderio dos banqueiros e das empresas. Tenho também a certeza que a categoria vai conquistar o piso salarial único nacional como nós conquistamos após anos de muita luta. Hoje, um bancário do norte do país tem o mesmo salário que o bancário do sul”, relatou.

Carlos Gil, presidente do Sindicato de Duque de Caxias e diretor da CNTV, representou a Confederação Nacional no evento. Gil cobrou a participação dos trabalhadores nas demandas dos sindicatos e anunciou que vários sindicatos no Estado do Rio irão “apresentar uma proposta conjunta para a campanha salarial de 2017”.

A vigilante e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Itaguaí e Seropédica/RJ, Vânia Lima, falou das perseguições que vem sofrendo e reafirmou o compromisso com a categoria. “Com ou sem ameaças estou pronta para defender e lutar pelos interesses da categoria”, afirmou.

A mesa dos debates ainda foi composta pelos representantes: Nilson Araújo (Sindicato Petrópolis) e George Almeida (Sindicato Duque de Caxias). 

Os Sindicatos ainda foram orientados a fiscalizar as agências bancárias para verificar os locais onde os vigilantes almoçam e trocam de roupas.

As propostas aprovadas por unanimidade pelos trabalhadores foram: 

- Intensificar a luta para acabar com horistas (já esta em andamento processo judicial).

- Fim do almoço nas agências apenas às 09h e 16h horas (SVNIT já acionou a justiça)

- Implantar vigilantes 24 horas nas agências bancárias (Projeto será apresentado nas Câmaras de Vereadores da região)

- Implantar vigilantes nos autoatendimentos

- Dialogar com os bancos sobre desvio de função dos vigilantes como abordagem de clientes no interior da agência

- Pedir fim da liberação de clientes após o fechamento das agências por gerentes

- Horas extras para os vigilantes que ficarem nas agências após o horário de expediente a pedido dos gerentes


- Manutenção permanente nas portas giratórias que apresentam problemas constantemente

Fonte: Imprensa SVNIT
Fotos: Willian Chaves


quarta-feira, 23 de novembro de 2016

CNTV completa 24 anos: muitas conquistas a comemorar, apesar do ataque dos inimigos


A Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) chega aos 24 anos de existência contabilizando vitórias determinantes para os mais de 2 milhões de vigilantes do Brasil. Foi Piso, risco de vida, 30% de periculosidade, o colete como EPI (primeiro no carro-forte, depois no patrimonial), reblindagem e a manutenção dos rádios nos carros-fortes, defesa e o reconhecimento legal da jornada 12x36, Dia Nacional do Vigilante (20 de junho), entre outras importantes conquistas. 

Ninguém pode negar que estas conquistas foram articuladas, coordenadas nacionalmente, conduzidas por uma entidade criada, bancada e sustentada por sindicatos de luta. O próprio processo de regulamentação da lei da periculosidade foi um exemplo disso, quando num grupo tripartite (governo, patrões e trabalhares) foi a CNTV que unificou a posição da bancada dos trabalhadores (de cinco), onde alguns defendiam parcelar os 30% até 2017 ou até deixar de fora os vigilantes desarmados, ou mesmo na luta contra o fim da 12x36, quando não aceitamos negociar outras escalas, enquanto alguns já negociavam escalas diversas, tipo a 4x4x4. 

Uma Confederação que unificava os Sindicatos (mesmo os amarelos ou pelegos), que liderou a conquista dos 30%, a reblindagem e não aceitava o fim da 12x36 e tinha a ousadia de já iniciar uma nova campanha pelo Piso de R$ 3 mil, o combate e a denuncia contra as empresas estrangeiras que escravizam os trabalhadores era uma “carreta desgovernada” e tinha de ser parada. 

A ideia dos patrões retrógrados, reacionários e antissindicais foi buscar num grupo de sindicalistas “cordeiros”, “amigos” e “dóceis” os aliados para dividir os trabalhadores e “parar a carreta desgovernada”. Neste grupo tem os que defendem que o vigilante “pague o curso de reciclagem”, os que são contra o Piso Salarial de R$ 3 mil e os que fazem sindicato como “negócio de família, negócio particular ou meio de ostentação”. Nunca a defesa dos interesses dos trabalhadores.

Nosso aniversário de 24 anos é motivo de muita comemoração. Muitas e determinantes conquistas. Mas também é motivo de reafirmar que só temos UM lado: o lado dos trabalhadores, o lado das e dos vigilantes. Não acendemos uma vela para Deus e outra para o diabo. Não traímos os vigilantes, não fazemos sindicato como meio de enriquecimento, não misturamos sindicato com negócios. Não baixaremos a guarda para patrão ladrão de direitos, caloteiro e explorador. 

Nossas posições são claras: 

Piso Salarial de R$ 3 mil; 

Não abrir mão da 12x36; 

Abertura ampla, geral e irrestrita para capital estrangeiro; 

Melhor armamento; 

Lei anticalote para todos; 

Plano de segurança para todos os postos e proteção a vida dos vigilantes. 

Conquistamos, avançamos e resistiremos aos patrões, aos ladrões de direitos dos vigilantes, aos caloteiros, pelegos e traidores dos vigilantes. 


José Boaventura – Presidente da CNTV 22 de novembro de 2016