segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Dieese aponta que vigilantes conquistaram reajustes reais nos salários nos últimos 10 anos

Tiago Oliveira - Técnico do Dieese/DF
O Dieese levou aos conferencistas vigilantes da 12ª Conferência Nacional dos Vigilantes dados sobre a economia do país e números das últimas campanhas salariais. O técnico Tiago Oliveira apresentou comparativos sobre o crescimento da economia e os ganhos da categoria nos anos 2000.

Entre 2004 e 2008, o cenário externo bastante favorável, em um primeiro momento, e medidas de fortalecimento do mercado interno de consumo, adotadas posteriormente, em especial a valorização do salário mínimo e a expansão dos programas sociais favoreceram uma aceleração expressiva do crescimento do PIB brasileiro, que atingiu, no período, uma taxa média de 4,8%. A título de comparação, entre 1998 a 2003, a economia brasileira cresceu, em média, apenas 1,6%, enquanto que, no triênio 1995-1997, primeiros anos após a implementação do Plano Real, o crescimento médio do PIB foi de 3,3%.

“De 2004 pra cá tivemos uma disparidade muito grande e isso tudo tem a ver com a conjuntura econômica. Foi nesse período que o poder de compra dos trabalhadores aumentou e também as negociações coletivas tiveram ganhos reais acima da inflação. Nos últimos 10 anos, os vigilantes de todos os estados obtiveram ganhos reais de salários, alguns com ganhos expressivos, que significou um grande saldo positivo. Hoje, Brasília tem o maior piso da categoria e Alagoas o menor”, disse Tiago Oliveira.
Os diretores do Sindicato Carlos Gil e Márcio

No entanto, em 200, os impactos da crise da economia internacional alteraram decisivamente para uma contração na economia brasileira. Porém, uma adoção de medidas do governo brasileiro garantiu a manutenção dos empregos e uma recuperação do PIB em 2010, apresentando um crescimento de 7,5%.

Sobre os salários, no primeiro semestre de 2014, 93,2% das categorias que passaram por processos de negociação coletiva conquistaram reajustes reais de salários. Este foi um dos melhores resultados dos últimos sete anos.

O constante processo de valorização dos pisos salariais dos vigilantes patrimoniais provocou uma diminuição da amplitude salarial observada entre os Estados. Em 2004, a diferença entre o maior e menor piso era de aproximadamente 2,7 vezes, ao passo que, em 2014, tal diferença se reduziu para cerca de duas vezes.

Entre 2013 e 2014, todos os casos analisados registraram ganhos reais de salário, com a única exceção de São Paulo. Nesse sentido, os maiores destaques ficaram por conta dos estados de Tocantins (4,93%), Alagoas (4,21%), Rio Grande do Sul (3,11%), Mato Grosso do Sul (2,48%) e Rio de Janeiro (2,48%).

No entanto, o cenário para o futuro não se mostra tão promissor. Baixas taxas de crescimento, inflação perto limite da meta e outras conjecturas podem influenciar nas negociações coletivas.

“Em 2015, a necessidade de que os avanços obtidos nos últimos anos continuem, provavelmente colidirá com um cenário econômico mais adverso, o que exigirá das entidades sindicais um melhor planejamento e, especialmente, maior capacidade de mobilização dos trabalhadores, sob pena dos resultados positivos dos últimos anos não se repetirem”, afirma Tiago. 

Willian Chaves - wmcnoticias@gmail.com

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Abertura da 12ª Conferência Nacional dos Vigilantes, em Brasília, debateu a conjuntura política e econômica nacional


Acontece em Brasília a 12º Conferência Nacional dos Vigilantes organizada pela Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) com a participação de Federações e Sindicatos filiados de todo país. A abertura dos trabalhos ficou por conta do presidente da CNTV, José Boaventura Santos. Na mesa, ainda, Cláudio Vigilante, presidente do Sindicato de Niterói e Secretário Geral da CNTV, Jacy Afonso, bancário representando a CUT Nacional, e Rodrigo Brito, da CUT-Distrito Federal, e a vigilante Gleide, diretora do Sindicato de Niterói representando as mulheres vigilantes.

O primeiro tema de trabalho foi uma análise da classe trabalhadora e do movimento sindical numa conjuntura nacional e internacional. O deputado distrital, Chico Vigilante (PT), lembrou as eleições deste ano e ressaltou a perda de espaço dos trabalhadores no Congresso Nacional.

“A direita deixou de ter medo e vergonha de dizer que é direita. Veja o resultado das eleições para parlamentares esse ano. Os trabalhadores perderam muita representatividade no Congresso Nacional. Na verdade nós estamos caminhando em passos largos para uma das maiores crises institucionais da nossa história. Um quadro nunca visto antes mesmo com a Ditadura Militar, com morte de Vargas. Todas as instituições estão contaminadas. Nós precisamos atentar para esse momento”, disse o deputado.

Auditório lotado com vigilantes de todo país
Chico ainda lembrou das dificuldades que poderão surgir em 2015 para os vigilantes.

“No próximo ano talvez nós vigilantes tenhamos que pagar um alto preço. Nos acostumados a fazer nossa campanha salarial achando que fizemos uma boa campanha apenas com bons índices. O que tem desenhado para 2015 por conta da crise internacional e do Brasil é arrocho. Os governos vão fazer ajustes. Teremos desemprego. As nossas instituições estão paralisadas. Nós temos que avaliar como nos situamos nesse cenário, como podemos transformar essa realidade. Talvez tenhamos que fazer como na década de 1980 com a volta da participação dos trabalhadores na vida política do país coisa que desaprendemos”, Chico Vigilante.

O companheiro Jacy Afonso, Secretário de Organização da CUT, destacou a importância de uma mobilização forte e ressaltou a parceria entre a CNTV e a Contraf-Cut.

“Nós bancários somos a única categoria que possui uma convenção coletiva nacional e espero que os vigilantes sejam a segunda categoria. É importante essa aliança da CNTV com a Contraf. A luta nossa contra o PL 4330 significa que não estamos lutando contra o companheiro terceirizado. Nós lutamos contra esse modelo de precarização do trabalho. Esse é um movimento do trabalhador. Nós temos hoje no congresso 28 partidos. Será que existe tanta ideologia para justiçar essa quantidade? Existem hoje nove centrais sindicais e muitas delas surgiram para atender a outros interesses. Essa divisão enfraquece a classe trabalhadora. Quero pedir licença para vestir a camisa da campanha pelo piso nacional dos vigilantes para demonstrar a nossa união. Temos que caminhar juntos para lutar contra o patrão. A simbologia desse momento é a unidade nacional para lutar pelo piso nacional”, destacou Jacy.


Ainda sobre a conjuntura nacional, Rodrigo Brito, lembrou as lutas de classes e a disputa de projetos que está em pauta no Brasil.


“Elegemos esse ano o Congresso Nacional mais conservador dos últimos tempos. Sabemos que esse período vai ser pesado. Precisamos ser uma unidade, resgatando os nossos princípios que alimentaram nossas entidades, só assim que todos vão compreender o porquê de participar da luta coletiva. Temos que potencializar a nossa comunicação, a nossa formação para discutir e respirar fazendo política e fortalecer o nosso trabalho de base. Temos que ir pra rua defender o projeto que acreditamos, defender a categoria que representamos.


Imprensa Sindical RJ - wmcnoticias@gmail.com - Jornalista Willian Chaves

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Vigilantes do Brasil se reúnem nesta semana para a 12ª Conferência Nacional dos Vigilantes

Está quase tudo pronto para a 12ª Conferência Nacional dos Vigilantes. Nesta quinta e sexta-feira (20 e 21), vigilantes de todas as partes do Brasil se reúnem em Brasília para avaliar as negociações realizadas em 2014, analisar os cenários socioeconômicos e políticos nacional e internacional, além de definir as estratégias para as negociações de 2015.

Na sexta-feira (21), segundo dia da 12ª Conferência Nacional dos Vigilantes, os participantes do evento realizarão um ato político no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em favor da Campanha. Esta é mais uma ação da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) para divulgar e garantir apoio à agenda.

O presidente do Sindicato dos Vigilantes de Duque de Caxias e diretor da CNTV vai participar do encontro representando os vigilantes do município nas discussões nacionais.

Segundo o secretário Geral da CNTV, Cláudio José, a CNTV tem buscado melhorias ao longo de seus 22 anos de existência. “Em todo o tempo mostramos que a categoria tem objetivos. Agora, vamos levar para a sociedade e autoridades tudo o que temos debatido e o principal: que precisamos ser respeitados”, afirmou.

“Não é justo que vigilantes com a mesma formação recebam salários desiguais nas diferentes regiões do Brasil. Por isso, junto com vigilantes de todos os Estados, vamos realizar este ato político mostrando que está na hora de termos um piso nacional unificado”, avaliou Cláudio José.

A 12ª Conferência será no salão de eventos do Brasília Imperial Hotel (Setor Hoteleiro Sul Quadra 03, Bloco H) e terá como primeira atividade a análise sobre a conjuntura nacional e internacional, seguida pela retrospectiva das negociações coletivas realizadas no decorrer de 2014, com projeção para as estratégias e objetivos das negociações do próximo ano. Após o coffee break, os participantes debaterão sobre a aposentadoria especial, na mesa “O Direito dos Vigilantes”.

O debate sobre a legislação anticalote e sua importância para os vigilantes ocorrerá às 14h30. Será o momento de entender minuciosamente o assunto e reforçar a luta para que os trabalhadores sejam resguardados caso a empresa não pague seus direitos. Também está prevista a elaboração de uma Carta-Compromisso acerca da negociação salarial de 2015. Nela, constarão todas as deliberações acordadas no evento, com a participação da categoria.

Para o secretário de Relações Intersindicais da CNTV e diretor da CUT, Roberto Miguel, a realização da 12ª Conferência ocorre em um momento importante para o trabalhador brasileiro, considerando que a reeleição da presidenta Dilma fortalece ainda mais a luta dos vigilantes.

De acordo com o secretário, os vigilantes estarão mais fortes para o embate das datas-bases de 2015. “Continuaremos a lutar pelo Piso Nacional e o ato do dia 21, no MTE, será importante para reafirmar a CNTV como legítima representante dos vigilantes do Brasil, política e legalmente”, afirma.


Fonte: CNTV

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Articulação com os deputados e força da base fazem campanha pelo piso nacional avançar


Vigilantes precisam de remuneração melhor e merecem reconhecimento pelo trabalho que desempenham. Este é o entendimento tanto dos companheiros das bases quanto de parlamentares, que vem engrossando o coro daqueles que estão engajados na luta pelo Piso Nacional de R$ 3 mil.

Na semana passada, vigilantes das cidades baianas de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e Formosa do Rio Preto receberam visitas dos diretores do Sindicato dos Vigilantes da Bahia (Sindvigilantes/BA) Dejanilton Pereira da Silva, Mário César e Luciano Barbosa para esclarecer dúvidas referentes às atividades e levar informações sobre a Campanha pelo Piso Nacional de R$ 3 mil. Lá, assim como em todo o país, os companheiros já manifestaram apoio e estão engajados na luta.

Ao mesmo tempo, o diretor da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) e presidente da Fevig, Moisés Alves da Consolação; a secretária de Assuntos de Mulheres da CNTV, Elenilde Ilorca; o secretário de Relações Internacionais da CNTV e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis, Adriano Linhares, o diretor da CNTV e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Duque de Caxias, Carlos Gil; e o secretário da CNTV e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niterói, Cláudio José, se reuniram com o deputado Federal Luiz Sérgio (PT-RJ). No encontro, o parlamentar deu seu apoio e já se comprometeu a lutar junto com os vigilantes para garantir mais esta vitória para a categoria.

Fonte: CNTV

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

12ª Conferência Nacional dos Vigilantes: ato político no MTE está marcado para dia 21

Vigilantes de todo o país estão firmes na luta pelo Piso Nacional de R$ 3 mil. Na sexta-feira (21), segundo dia da 12a Conferência Nacional dos Vigilantes, os participantes do evento realizarão um ato político no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em favor da Campanha. Esta é mais uma ação da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) para divulgar e garantir apoio à agenda.

A 12a Conferência será realizada nos dias 20 e 21 de novembro no salão de eventos do Brasília Imperial Hotel (Setor Hoteleiro Sul Quadra 03, Bloco H) e tem como finalidade avaliar as negociações realizadas em 2014, analisar os cenários socioeconômicos e políticos nacional e internacional, além de definir as estratégias para as negociações de 2015.

A primeira atividade da Conferência será a análise sobre a conjuntura nacional e internacional, seguida pela retrospectiva das negociações coletivas realizadas
no decorrer de 2014, com projeção para as estratégias e objetivos das negociações do próximo ano. Após o coffee break, os participantes debaterão sobre a aposentadoria
especial, na mesa O Direito dos Vigilantes.

O debate sobre a legislação anticalote e sua importância para os vigilantes ocorrerá às 14h30. Será o momento de entender minuciosamente o assunto e reforçar a luta para que os trabalhadores sejam resguardados caso a empresa não pague seus direitos.

Também está prevista a elaboração de uma Carta-Compromisso acerca da negociação salarial de 2015. Nela, constarão todas as deliberações acordadas no evento, com a participação da categoria.

Para o secretário de Relações Intersindicais da CNTV e diretor da CUT, Roberto Miguel, a realização da 12a Conferência ocorre em um momento importante para
o trabalhador brasileiro, considerando que a reeleição da presidenta Dilma fortalece ainda mais a luta dos vigilantes.

De acordo com o secretário, os vigilantes estarão mais fortes para o embate das datas-bases de 2015.

“Continuaremos a lutar pelo Piso Nacional e o ato do dia 22, no MTE, será importante para reafirmar a CNTV como legítima representante dos vigilantes do Brasil, política e legalmente”, afirma.


Fonte: CNTV

STF muda regra para cobrança de FGTS não pago e diminui prazo para cobrança na Justiça

Regra atual permitia requisitar benefício não depositado até 30 anos depois. Decisão vale para ações referentes a depósitos feitos a partir desta quinta.

O Supremo Tribunal Federal decidiu nesta quinta-feira (13) que um trabalhador poderá requerer na Justiça até cinco anos depois os valores do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) que não tenham sido depositados pelo empregador. Pela regra atual, esse prazo é de 30 anos.

A nova regra valerá somente para ações referentes aos depósitos efetuados a partir desta quinta-feira em contas do FGTS. Para ações que já estão em andamento, permanece o prazo de 30 anos.

A decisão foi proferida num caso individual, em ação de uma funcionária do Banco do Brasil que reclamava de valores não depositados em sua conta no FGTS.

Por ter a chamada "repercussão geral", a decisão deverá ser seguida pelos demais tribunais onde tramitam ações semelhantes que estavam paradas à espera de uma manifestação do STF.

Em seu voto, o ministro Gilmar Mendes, relator da ação, argumentou que o FGTS é um “crédito resultante da relação de trabalho” e está previsto na Constituição como um direito trabalhista que, assim como os demais, tem prazo de reivindicação de cinco anos anteriores ao fim do contrato.

Ele foi seguido por outros sete ministros da Corte. Discordaram somente os ministros Teori Zavascki e Rosa Weber, que votaram pela manutenção da regra dos 30 anos. A maioria dos ministros, porém, considerou que o prazo de 30 anos é "dilatado" e prejudica a "estabilidade jurídica".

A reivindicação pelo prazo de cinco anos anteriores ao fim do emprego já é válida para outros benefícios não pagos, tais como horas-extras. Foi considerada inconstitucional regra da lei que mudou o FGTS, de 1990, que estabelecia o prazo de 30 anos.


Fica mantida a regra que determina que, a partir da demissão, o trabalhador tem somente dois anos para ingressar com a ação na Justiça. Em qualquer caso, o tempo que ele demorar para ajuizar uma ação será descontado do tempo do benefício requerido. Assim, se demorar um ano para apresentar a ação, perderá um ano do benefício a que tinha direito.

Fonte: G1

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Após a tentativa de golpe, a luta da CNTV continua, diz André Lima


O Juiz Ricardo Augusto Soares Leite da 7a Vara da Justiça Federal de Brasília estava iluminado quando proferiu a decisão, no dia 17 de outubro determinando ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) que estabeleça de imediato o registro sindical da CNTV, sob pena de crime.

Uma entidade de luta como é a nossa CNTV não poderia ser extinta de uma hora para outra só por causa da vontade de alguns pelegos da categoria dos vigilantes brasileiros. A decisão do magistrado mostra que cabe ao MTE apenas conceder a carta sindical. Já a decisão de extingui-las ou não cabe a homens competentes como o juiz Augusto Leite e também à própria categoria em decisão soberana.

Essa pequena tentativa de golpe na valorosa classe dos vigilantes brasileiros serviu apenas como tentativa de atrasar as lutas desencadeadas pela CNTV tendo à frente
o grande companheiro José Boaventura.

Lutas como a do piso nacional de R$ 3 mil para os vigilantes retornam agora com toda a força da categoria, que vai atuar fora e dentro do Congresso Nacional diretamente com os parlamentares. Vamos à luta companheiros! A nossa CNTV continua defesa dos nossos direitos.


André de Sousa Lima Secretário de Políticas Públicas, Sociais e de Saúde da CNTV e presidente do SINDVIGILANTES-PI

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Sindicatos da região norte deixam a federação pelega e fundam nova entidade com lideranças legítimas e compromissos de luta

No dia 15 de outubro, no auditório da sede do Sindicato dos Vigilantes de Manaus, aproximadamente 200 vigilantes e lideranças sindicais da categoria foram convidados para prestigiar a assembleia de fundação da nova Federação dos Vigilantes da Região Norte do Brasil. Dirigentes dos Sindicatos de vigilantes de Rondônia, Roraima, Amapá, Pará e Amazonas concluíram o procedimento formal: desvincularam-se da furibunda Federação dos Vigilantes do Norte e Nordeste (FESVINE) para fundar a Federação específica dos vigilantes da região Norte. 



O Presidente do Sindicato dos Vigilantes de Manaus, Valderli Bernardo, foi eleito presidente. A diretoria é composta por dirigentes dos demais Sindicatos da região. O presidente e o secretário da “furibunda” compareceram, defenderam contra, mas foram derrotados. Como uma das primeiras providências e mostrando a que veio a nova entidade representativa dos vigilantes já agendou para novembro uma reunião específica dos sindicados do norte para organizar a forma de apoio e mobilização conjunta dos Sindicatos da região nas campanhas salariais de 2015. 

Para o presidente da entidade, Valderli Bernardo, a fundação da Fevinorte é de suma importância porque a outra federação já não representava a categoria há muito tempo. “Precisamos de uma entidade de segundo grau para que possamos levantar bandeiras de luta e pauta unificada na região. Por isso, criamos e fundamos ontem a Fevinorte. Faremos de tudo para que ela seja de luta, classista e acima de tudo democrática. Que possamos ver nela nossos anseios atendidos enquanto vigilantes do norte”, afirmou.

Federação dirigida por lideranças legítimas

Agora, os sindicatos da região norte não dependem mais de uma federação em que os principais dirigentes não possuem nenhuma representação na categoria. Prova disso, é que o presidente Frank perdeu todas as eleições que disputou no sindicato de Manaus nos últimos 12 anos, o tesoureiro há quase 20 anos não é nem mais vigilante no Maranhão e o Secretário Geral preside um sindicato no interiorzão do Pará, que não junta mais que 200 vigilantes. Também nunca apoiou as lutas dos vigilantes da região, a exemplo da campanha do risco de vida, contra os patrões caloteiros e, agora, é contra a campanha do Piso de R$ 3 mil. 

Além da articulação das campanhas salariais de 2015, a nova Federação e os Sindicatos já vêm trabalhando a campanha do Piso Salarial Nacional de R$ 3 mil, os projetos de leis locais (governos e prefeituras) anticalote, além do apoio a aposentadoria especial para vigilantes. 

Prestigiaram também a assembleia de fundação da nova Federação a Senadora Vanessa Graziottin (PCdoB/AM), autora da lei da periculosidade do vigilante; o Presidente da CNTV, José Boaventura, além de representantes e lideranças sindicais de Brasília e de sindicatos locais, como bancários, petroleiros, CTB, entre outros. 

A CNTV parabeniza a toda turma do Norte. Sindicato/Federação/Confederação é para lutar e defender trabalhador. 

Fonte: CNTV

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

CNTV programa ato pelo Piso Nacional em Brasília


A direção da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) já está articulando um grande ato em Brasília pelo Piso Nacional dos Vigilantes. A data ainda não foi definida e os sindicatos estão sendo consultados e mobilizados.

O autor do Projeto de Lei (PL) 4238/2012, senador Marcelo Crivella, já deu a deixa, em reunião promovida pelo Sindicato do Município do Rio de Janeiro. Segundo publicado no site da entidade, Crivella afirmou que a luta dos trabalhadores da segurança privada pelo piso nacional é viável, basta que haja a mobilização da categoria em todo o país. Ele conclamou os vigilantes a lutarem pelo Piso Nacional como os PMs lutam pelo mesmo motivo, através da PEC 300. “O projeto do piso nacional é a PEC 300 dos vigilantes”, ressaltou.

O deputado relator da Comissão Especial que discute o PL, Nelson Pelegrino (PT/BA) e o presidente da Comissão se propuseram a mediar uma negociação com o patronato sobre o PL em questão. Até mesmo os patrões já disseram, na audiência pública realizada no dia 10 de junho, que topam negociar uma proposta de piso nacional e sem graduação de risco.

A experiência de mobilizar e negociar as melhores propostas para os trabalhadores quer seja na mesa de negociação com os patrões, quer seja no próprio legislativo, já fez e ainda faz parte da história de lutas da CNTV. O caso da periculosidade é um grande exemplo. Ele foi iniciado na Câmara como Risco de Vida e negociado no Senado para Periculosidade, com reflexos em todos os ganhos do vigilante (hora extra, adicionais, férias, 13º, etc), e transformado em lei há dois anos.

Os contra

De quem não se esperava, partiu o principal ataque contra a campanha do Piso Nacional: um grupo de sindicalistas quer dividir a categoria.

Em um documento assinado em nove de junho, afirmam bobagens do tipo: o projeto dos patrões de vigilância (o senador Crivella é dono de qual empresa?); o projeto é eleitoreiro (a primeira versão dele é de 2010. Sendo assim, o PL da periculosidade também era eleitoreiro?); propõe realizar um grande seminário para definir a pauta dos trabalhadores (enquanto isso, vamos permitir que os patrões joguem solto na Câmara e aprovam um piso rebaixado?); propõem que o piso seja igual ao maior do Brasil (hoje é de R$1.575,39, em Brasília). Aqui está a resposta: isto tudo que consta no documento significa lutar por um piso menor para não incomodar ao patrãozinho.

Alguns dirigentes mais espertos já pularam fora deste engodo, como a Federação do RJ. Antes, estavam junto, mas na semana passada levou o senador Crivella ao sindicato e aprovou apoio ao PL. Mas a principal resposta está vindo da categoria. Esta, não tem rabo preso, não tem medo do patrão e sabe que a luta se constrói na lição do poeta Vandré: “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer”.


Fonte: CNTV

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Tentativa de golpe contra quem luta pelos trabalhadores do Brasil: Vai ter resistência!

Uma Confederação Sindical que mostrou competência, coragem e compromisso com os vigilantes brasileiros e seus sindicatos; que tem liderado as principais conquistas da categoria, como a reblindagem dos carros fortes, coletes balísticos e a estrondosa conquista da Periculosidade; que logo em seguida, inicia outra campanha pelo piso nacional de 3.000, precisa ser parada. Esta tentativa de golpe foi desferida contra a CNTV. O Diário Oficial de hoje (23) publicou despacho do Secretario de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (TEM) Manoel Messias Melo suspendendo o registro sindical da CNTV até que seja comunicado e reconheça a sua adequação.

Não é à toa que paralelo a este golpe é tentada a criação de outra Confederação, que herda o mesmo endereço em Brasília, a mesma estrutura de onde, até poucos dias atrás, funcionava uma Associação Nacional de patrões, a ABSEPS. Esta “confederação”, inclusive, é contra a campanha do piso nacional de R$ 3 mil, não aceita o diálogo direto com os Sindicato e com os trabalhadores, mas tão somente com federações – algumas delas que não representam ninguém e são somente meio de vida e negócio de alguns sanguessugas e pelegos.

O que o MTE fez hoje foi SUSPENDER (leia bem: suspender, e não cancelar, ou cassar) a representação da CNTV sem nenhum amparo legal. Para confirmar, basta pesquisar na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) e na Constituição Federal. Não há informação alguma que sustente a suspensão desta representação. A preocupação do MTE deveria ser em cassar o registro de entidades fantasmas que extorquem a categoria suprimindo seus direitos e sem ter representatividade alguma. AS PORTARIAS NÃO PODEM SUPRIMIR A LEI.

A CNTV tem história e vai resistir. Com registro sindical ou sem registro sindical a luta vai continuar. As providencias jurídicas e a mobilização na base já estão na ordem do dia.

Quem luta pelos vigilantes, quem tem lado, não foge da trincheira!  


Fonte: CNTV

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Sindicato flagra novas irregularidade na FEUDUC e prepara denúncia

O Sindicato dos Vigilantes de Duque de Caxias flagrou novas irregularidades cometidas pela Faculdade Feuduc e a ONG . As instituições insistem em descumprir itens de segurança colocando guardas florestais para realizar os serviços de portaria, acesso e segurança.

O presidente do Sindicato, Carlos Gil, afirma que vai denunciar as responsáveis, novamente, no Ministério Público.

Em 2014, o Sindicato denunciou a faculdade e a ONG por conta de exploração de menores nas dependências da instituição no trabalho de bombeiro civil. O Ministério Público abriu inquérito para investigar a denúncia.


Leia as matérias: 

MP vai investigar trabalho de menores por empresa na Feuduc



quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Sindicato divulga lista de pedidos de fiscalização às empresas de segurança encaminhada à Polícia Federal e que não foram realizadas

Buscando dar transparência às ações realizadas pela direção do Sindicato, o presidente Carlos Gil, torna público todas as denúncias apresentadas solicitando fiscalizações pela Polícia Federal nas empresas de segurança que atuam na região. 

Nas imagens abaixo você pode acompanhar as datas das solicitações e conhecer as empresas que não receberam a fiscalização da Polícia Federal.




segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Vigilantes lançam campanha pelo Piso Nacional de R$ 3.000 no Estado do Rio


Os vigilantes do Estado do Rio de Janeiro lançaram no último sábado (13), em Niterói, a campanha pelo Piso Nacional de R$ 3.000 para a categoria. O encontro aconteceu na Câmara de Vereadores e contou com a presença do presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), José Boaventura, da vereadora de Niterói , Verônica Lima (PT), do vereador de São Gonçalo, José Carlos Vicente, de dirigentes dos sindicatos de Barueri (SP), Goiânia (GO), Distrito Federal, Mesquita e Nilópolis, Itaguaí e Seropédica e Itaperuna, Sindicato dos Bancários de Niterói e dezenas de trabalhadores. O ato foi organizado pela CNTV e os Sindicatos dos Vigilantes de Niterói e região, Petrópolis e região e Duque de Caxias.

No evento foram discutidos os rumos da categoria e os próximos passos para a mobilização em torno da campanha pelo piso unificado. Uma moção foi aprovada pelo plenário como apoio dos vigilantes do Estado do Rio de Janeiro ao Piso Nacional dos Vigilantes.

Caravanas de diversas cidades tomaram o as galerias da Casa Legislativa como: Petrópolis, Duque de Caxias, Niterói, São Gonçalo, além de vários vigilantes da cidade do Rio de Janeiro e de outros municípios da Baixada Fluminense.

Piso Unificado de R$ 3.000

O valor de R$ 3 mil está inserido no plano de lutas de confederações e sindicatos e leva em consideração estudo do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos,) desgaste físico e mental resultado da atividade desenvolvida, entre outros fatores que apontam o valor como o mínimo justo para a categoria.



Os Sindicatos convocam a categoria a se mobilizar pela aprovação do Projeto de Lei 4238/2012 do Senador Marcelo Crivela (RJ). O PL apresentado pelo Senador em 2012 foi aprovado no Senado com uma proposta de três pisos (de acordo com o grau de risco – máximo, médio e mínimo, nos valores de R$ 1.100, 950 e 800, respectivamente). Agora está na Câmara dos Deputados, que constituiu em maio último uma Comissão Especial. No dia 10 de junho a Comissão realizou uma audiência publica, com a nossa presença e a dos patrões. Os sindicatos defendem um piso único sem distinção de grau de risco. Os patrões até disseram já concordar com um piso nacional e único (sem variação de grau de risco), ficando o valor para a negociação na Câmara.

WMC Assessoria de Comunicação





segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Agora é a vez do Rio de Janeiro! Lançamento da Campanha pelo Piso Nacional de R$ 3 mil para os Vigilantes! Você é nosso convidado!


OS SINDICATOS DE VIGILANTES DE DUQUE DE CAXUAS, NITERÓI, SÃO GONÇALO E REGIÕES (SVNIT), PETRÓPOLIS E REGIÕES, FEDERAÇÃO INTERESTADUAL DOS VIGILANTES (FEVIG) E A CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS VIGILANTES (CNTV) CONVIDAM:

Todos os Vigilantes para participar do Ato de Lançamento do Piso Nacional dos Vigilantes que será realizado no dia 13/09/14 em Niterói na Câmara de Vereadores de Niterói, endereço Av. Ernani do Amaral Peixoto 625 Centro de Niteroi.
 
Contamos com a presença de todos os Vigilantes para que possamos dar mais uma partida em grande estilo para mais uma vitória como foi a luta pelos 30% DE PERICULOSIDADE.
 
Já temos confirmado a presença de alguns Vigilantes de Outros Estados e dos Sindicatos de Vigilantes de Nilópolis e Mesquita, Sindicato de Itaguaí e Seropédica e o Sindesverj.