sexta-feira, 17 de maio de 2019

Emenda à Reforma da Previdência visa garantir aposentadoria especial para vigilantes

Uma emenda à PEC 06/2019, que trata da reforma da Previdência, garantindo a aposentadoria especial dos vigilantes, foi elaborada por representantes da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) e diversos sindicatos, e está sendo entregue aos deputados federais, em Brasília, por lideranças da categoria.

A emenda precisa da assinatura de pelo menos 171 parlamentares para ser acatada na Comissão Especial que examina a proposta do governo Bolsonaro que pode acabar com o direito dos vigilantes.

Na última semana, aconteceram dois encontros em Brasília, promovidos pela CNTV e pelo deputado distrital Chico Vigilante para discussão da reforma e elaboração da emenda. 

Na proposta apresentada pelo governo Federal, os vigilantes perdem sua aposentadoria especial e serão enquadrados nas mesmas condições dos demais trabalhadores. 

Isso obrigaria os vigilantes a trabalhar até os 65 anos (homem) ou 62 (mulheres), tendo de contribuir por 40 anos ou mais para se aposentar e receber o valor integral do benefício.

A emenda que está sendo levada aos deputados propõe que a aposentadoria especial seja destinada aos trabalhadores e às trabalhadoras expostos a agentes nocivos químicos, físicos e biológicos prejudiciais à saúde, ou associação desses agentes, ou ocupação e também ao enquadramento por periculosidade. Isso manteria os vigilantes entre os casos de aposentadoria especial.

O deputado Chico Vigilante e outros representantes da categoria buscaram o apoio do deputado Wellington Roberto (PR-PB), um dos líderes do Centrão, bloco de parlamentares com grande força na casa.

A participação de toda categoria pressionando os parlamentares de sua região é importante para a inclusão da emenda na reforma e garantir a permanência da aposentadoria especial para os vigilantes. 

É bom lembrar aos parlamentares que é impossível um vigilante completar 25 anos de contribuição e no exercício de uma atividade que é de alta periculosidade, aos 50 anos, por exemplo. Além de ter de trabalhar mais 15 anos para chegar aos 65 anos exigidos na proposta da PEC 06/2019 como quer Bolsonaro. 

Como esse trabalhador sobreviverá nessa atividade de elevado risco? Possivelmente não conseguirá se manter na profissão, inviabilizando sua aposentadoria.

terça-feira, 7 de maio de 2019

Reforma da Previdência começa a ser debatida na Câmara dos Deputados e você sabe quanto tempo falta para aposentar?


A reforma da Previdência 2019 volta a tramitar na Câmara dos Deputados esta semana. Nesta terça-feira (7), a Comissão Especial da Câmara que vai analisar o mérito da Proposta de Emenda à Constituição 6/2019, a PEC da Previdência fará a primeira reunião, a partir das 14h30. Estão previstas 11 audiências públicas com cerca de 60 convidados para debater a tentativa de "reforma" da Previdência do governo Jair Bolsonaro.
O presidente da comissão, deputado Marcelo Ramos (PR-AM), afirma trabalhar para aprovar o texto da reforma na comissão e entregar análise ao plenário da Câmara até julho, onde são necessários 308 votos (três quintos dos 513 votos) para a aprovação da medida, por se tratar de uma alteração da Constituição.
A proposta de reforma da Previdência de Bolsonaro quer trazer para o Brasil um sistema que levou os aposentados à falência em muitos países: a capitalização.
Se o trabalhador não tiver como poupar, mesmo que por um período, será cada vez mais difícil aposentar.
Você sabe quanto tempo falta para você se aposentar? Faça as contas você mesmo e tire suas próprias conclusões sobre a reforma.
Para calcular o tempo CLIQUE AQUI.

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Sindicato entrega carteiras de saúde

Os vigilantes da empresa Juiz de Fora Vigilância já podem retirar a carteirinha do sistema de saúde laboratorial no sindicato.

Para isso, os trabalhadores devem comparecer à sede da entidade que fica a Rua Francisco Sabino, 151, Ap. 101 - Parque Fluminense - Duque de Caxias.

O horário de funcionamento é de 09h às 17h.

quarta-feira, 24 de abril de 2019

Senado debate possível fim da aposentadoria especial do vigilante

Mudanças nas regras das aposentadorias especiais, previstas na reforma da Previdência Social em análise no Congresso, foram duramente criticadas por representantes de trabalhadores que participaram de audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), nesta segunda-feira (22). O ciclo de debates sobre a PEC 6/2019 atende a requerimento do presidente do colegiado, senador Paulo Paim (PT-RS).
O presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes e Prestadores de Serviços, José Boaventura Santos, ressaltou que os vigilantes são “ficha limpa” e estão presentes em todos os setores da sociedade, prestando apoio às ações de segurança pública. O especialista informou que todos os 2,5 milhões de profissionais registrados junto à Polícia Federal passam por testes de idoneidade a cada dois anos. Para Boaventura, as limitações de idade impostas ao exercício da profissão justificam a necessidade de manutenção da aposentadoria especial da categoria.
— Após completarem 40 anos, as portas do mercado de trabalho se fecham para esses profissionais, que já não têm tantas condições de correr ou permanecer de pé por mais de 12 horas, como a carreira exige. Não vale a pena o governo justificar economia retirando direitos dos trabalhadores.
O deputado distrital Chico Vigilante (PT-DF) defendeu os vigilantes e sua aposentadoria especial, por entender se tratar de “uma profissão de risco” e solitária. O parlamentar citou ainda os professores e declarou que a proposta do governo trata esses trabalhadores como se fossem “invisíveis”.
— Eu acho uma das maiores maldades quererem acabar com a aposentadoria especial, e não podemos aceitar. Não é correto, não é justo, porque governos passam e nem se preocupam em conhecer essas realidades a fundo.
Presidente da Associação Nacional dos Agentes de Segurança do Poder Judiciário da União, Roniel Andrade apontou que os agentes de segurança têm peculiaridades como a insegurança no exercício da atividade e, por isso, a contagem do tempo diferenciada é necessária. Roniel garantiu que isso não significa vaidade ou vontade de trabalhar menos dessas pessoas.
— É um trabalho árduo. Não dá para se pensar num agente de segurança proativo e bem treinado, quando a limitação do tempo é inevitável. O tempo é implacável e traz limitações impostas pela própria natureza humana.

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Juiz de Fora contrata vigilante reabilitado ou PNE e currículo deve ser entregue no Sindicato

A Juiz de Fora Empresa de Vigilância solicitou ao Sindicato o encaminhamento de pessoas portadoras de necessidades especiais que estejam aptas ou foram reabilitadas pelo INSS para o exercício de vigilante, que possuem o curso de formação, e também para atuarem na área administrativa. 

Os interessados devem procurar o Sindicato e encaminhar currículo ao endereço na Rua Francisco Sabino, 12 - Parque Fluminense - Duque de Caxias. 

A empresa vai contratar nos termos do artigo 93 da Lei 8.213/91 que exige que toda empresa deve preencher parte de seu quadro de funcionários com beneficiários do INSS reabilitados ou com pessoas portadoras de deficiência.

terça-feira, 9 de abril de 2019

Ação do Sindicato garante pagamento de adicional a vigilantes


Uma Ação de Cumprimento movida pelo Sindicato dos Vigilantes, Vigias e Bombeiros Civis na 6ª Vara do Trabalho de Duque de Caxias garantiu o fornecimento de cestas básicas a 30 vigilantes funcionários da empresa CTS Vigilância e Segurança.
O Sindicato também cobrou que a empresa cumprisse a Convenção Coletiva de Trabalho realizando o pagamento do acréscimo de 20% no salário para o vigilante chefe de turma. A empresa informou que regularizou o pagamento.
“Procuramos garantir o cumprimento de todos os direitos dos trabalhadores. Todos os anos enfrentamos uma negociação dura para manter as conquistas. Esse é o papel do Sindicato: garantir que os trabalhadores tenham seus direitos respeitados”, afirma o presidente do Sindicato, Carlos Gil.

Sindicato quer regularização da contratação de vigias na prefeitura de Duque de Caxias


O Sindicato dos Vigilantes, Vigias e Bombeiros Civis de Duque de Caxias acionou na Justiça a prefeitura da cidade e a Cooperativa de Trabalho e Serviços Administrativos pela contratação de mais 180 vigias.
O intuito da entidade foi pedir a regularização das contratações, já que o serviço não pode ser prestado ao ente público através de sistema cooperado. A contratação deve ser individual e respeitar as cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho da categoria, assinando as carteiras de trabalho e recolhendo as verbas.
Em decisão, a 7ª Vara do Trabalho de Duque de Caxias acolheu o pedido do Sindicato. A cooperativa recorreu. Uma reunião estava agendada entre Sindicato e cooperativa para tratar da regularização dos contratos e legalização dos profissionais.

quarta-feira, 27 de março de 2019

Tabela salarial vigilantes 2019-2010


Reforma da Previdência para os vigilantes


Vamos voltar ao exercício de desnudar as perversidades da Proposta de Emenda Constitucional – PEC nº 6 do Sr. Jair Bolsonaro.

Desta vez vamos tratar dos valores mínimos de aposentadoria e dos reajustes.

Pois bem, a tal PEC altera o atual artigo 201 da Constituição Federal. Este artigo assegura que nenhum trabalhador ou aposentado receba menos de um salario mínimo mensal. Veja abaixo o texto atual:

Art. 201 - A previdência social será organizada sob a forma de regime geral, de caráter contributivo e de filiação obrigatória, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial, e atenderá, nos termos da lei, a: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)

..

§ 2º Nenhum benefício que substitua o salário de contribuição ou o rendimento do trabalho do segurado terá valor mensal inferior ao salário mínimo. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)

§ 1º - ...

§ 2º Nenhum benefício que substitua o salário de contribuição ou o rendimento do trabalho do segurado terá valor mensal inferior ao salário mínimo. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)

 A PEC altera a Constituição e diz que os valores de reajuste dos benefícios e o reajuste das aposentadorias serão objetos de uma Lei Complementar, de iniciativa do governo, que fixará o valor dos benefícios, SEM GARANTIR UM  PISO OU VALOR MINIMO, como garantido atualmente. Isto significa que o governo pode fixar um valor abaixo do mínimo ou na ocasião do reajuste das atuais aposentadorias os valores fiquem abaixo do salário mínimo.  Veja abaixo o que está escrito na PEC e compare:

Art. 201.  O Regime Geral de Previdência Social, de caráter contributivo e de filiação obrigatória, observados os critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial, atenderá a:

§ 1º  Lei complementar de iniciativa do Poder Executivo federal disporá sobre os seguintes critérios e parâmetros do regime de que trata este artigo:

I           - regras de cálculo e de reajustamento dos benefícios;

II          - limites mínimo e máximo do salário de contribuição;

III         - atualização dos salários de contribuição e remunerações utilizados para obtenção do valor dos benefícios;

A PEC retira uma das conquistas mais sagradas e justas para os trabalhadores conquistada na Constituição de 1988 que foi o pagamento de, no mínimo, um salário mínimo para qualquer trabalhador, ativo ou inativo.

Tira dos velhinhos para encher as burras dos banqueiros.

Perversidade pura!

terça-feira, 4 de abril de 2017

Roubos de cargas e Escolta Armada são discutidos em audiência na Alerj


A convite dos presidentes das comissões de Segurança Pública e de Economia da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), deputados Martha Rocha (PDT) e Waldeck Carneiro (PT), representantes dos Vigilantes como o Sindicato dos Vigilantes de Niterói, São Gonçalo e região, Petrópolis e região, Itaguaí e Duque de Caxias participaram de audiência pública nesta terça-feira (04/04). Os deputados vão solicitar ao Executivo a criação de uma Divisão de Roubos e Furtos de Cargas na Polícia Civil. A audiência pública debateu medidas de combate a esse tipo de crime.

Segundo números do Instituto de Segurança Pública (ISP) apresentados em um estudo da Federação das Indústrias do Estado (Firjan), entre 2011 e 2016 foram registrados mais de 33 mil roubos de cargas, o que representa um aumento de 220% nestes crimes, causando um prejuízo de R$ 2,1 bilhões. Ainda segundo o levantamento, a região Metropolitana concentra 94,8% dos casos.Apenas em 2016 foram mais de 10 mil casos. A Avenida Brasil foi considerao um dos principais focos de ações dos bandidos.

Para a deputada Martha Rocha, a criação de uma estrutura similar à Divisão de Homicídios vai ajudar a reduzir esses números. "Há uma forte concentração da mancha criminal na Pavuna, Pedreira, Fazenda Botafogo, mas que também alcança São Gonçalo e algumas partes da Baixada Fluminense. Se pudermos reproduzir o mesmo paradigma da Divisão de Homicídios na Divisão de Roubos e Furtos, vamos ganhar qualidade nas investigações e ter mais eficiência", explicou a parlamentar.
Especialista em Gerência de Competitividade e Investimentos da Firjan, Riley Rodrigues destacou que esse crime também prejudica o consumidor, que acaba pagando mais caro pelas mercadorias. Ele cobrou a implementação de medidas aprovadas pelo Legislativo, como a lei que determina a integração de informações de diferentes órgãos governamentais sobre os crimes. "É o estado com mais projetos contra roubo de cargas no legislativo. Só que é preciso que as matérias saiam do papel e se tornem reais", finalizou.

O presidente do SVNIT, Cláudio Vigilante, relatou a situação dos vigilantes de Escolta Armada e sugeriu que um grupo de trabalho seja constituído para discutir o transporte de cargas e a escolta armada permanentemente. “Temos uma série de pedidos de alteração da legislação já apresentadas na Polícia Federal em Brasília e à Câmara dos Deputados. Precisamos de um grupo de trabalho com todas as forças que seja sólido e se reúna permanentemente. Pedimos o apoio aos deputados estaduais para pressionar a bancada do Rio de Janeiro. Precisamos mudar a realidade dos carros de escolta armada, do calibre das armas, enfim, precisamo arrumar um jeito por que os empresários nos roubos perdem apenas as cargas, mas temos perdido muitas vidas de vigilantes também. Isso tem que acabar”, afirma Cláudio.

Durante a audiência pública foram apresentadas outras 15 propostas. Representantes da Policia Rodoviária Federal (PRF) e Sindicato das Empresas do Transporte Rodoviário de Cargas e Logística do Rio de Janeiro (SindCarga) pediram o aumento de penas para o envolvimento com roubo de cargas, a instalação de um posto policial na Pavuna, e o reforço do policiamento com a Força Nacional nas rodovias.

Operação conjunta

Segundo o Superintendente da Polícia Rodoviária Federal, Orlando Rodrigues, mais de 40% do roubo de carga no Brasil acontece no estado do Rio de Janeiro, que hoje tem um déficit de 350 agentes. "Por isso precisamos aumentar o efetivo. Com esse número a mais na equipe da PRF no estado conseguiremos dar uma resposta mais eficiente contra a violência do que estamos dando hoje", reforçou.

No dia 26 de novembro uma operação chamada "Asfixia" reuniu 66 policiais civis, 38 policiais militares, 30 policiais rodoviários e 112 homens da Força Nacional para combater as quadrilhas que atuavam ao redor das comunidades do Chapadão e da Pedreira, zona Norte do Rio. A reedição dessa parceria foi outra proposta apresentada na audiência.

Segundo o representante da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) da Polícia Civil, Thiago Dorigos, o objetivo era que a operação durasse até o carnaval. Mas, com a crise no sistema penitenciário, a Força Nacional precisou sair no mês de janeiro. Mesmo assim, os efeitos foram sentidos: Do início da "Asfixia" até o dia 6 de janeiro só foram registrados seis casos. "A ideia é que esta operação volte. Ela acarretou em uma redução significativa da violência nessa região", disse Thiago.

Participaram da reunião ainda representantes do ISP, dos Correios, da Federação dos Transportadores de Carga do Estado do Rio (Fetranscarga) e da Polícia Militar.

Fonte: Imprensa SVNIT com informações Assessoria Alerj

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Seminário sobre segurança bancária em Niterói/RJ apresenta propostas

O 1º seminário sobre Segurança Bancária realizado pelo Sindicato dos Vigilantes de Niterói, São Gonçalo e região (SVNIT) no último dia 26/11 reuniu dezenas de participantes na Câmara de Vereadores de Niterói. Os Sindicatos dos Bancários de Niterói e região e dos Vigilantes de Duque de Caxias, Itaguaí e Petrópolis/RJ participaram dos debates. Foi aprovada uma pauta com propostas que serão levadas à Polícia Federal e aos bancos. 

O presidente do SVNIT, Cláudio José de Oliveira, destacou a importância do evento idealizado a partir de reivindicações dos trabalhadores. “Em muitas das nossas visitas às agências bancárias da nossa base detectamos que os vigilantes enfrentam muitos problemas não só nas condições de trabalho, mas também no relacionamento com alguns gerentes. O desvio de função também foi muito lembrado. A partir disso fizemos esse seminário que foi muito rico e elencou uma série de propostas que vamos levar a todos os órgãos competentes”, avaliou.

Representando o Sindicato dos Bancários de Niterói, Jorge Antônio Oliveira (Porkinho), lembrou a parceria entre o SVNIT e os Bancários e reforçou a confiança no trabalho da direção. “Me orgulho de ter contribuído para essa forte parceria. O SVNIT é uma entidade séria e de companheiros sérios. O Sindicato dos Bancários de Niterói estará sempre à disposição dos vigilantes para lutarmos juntos”, disse. Porkinho ainda falou sobre a necessidade de unificar as campanhas salariais das duas categorias. “Sonho com o dia em que teremos uma campanha salarial unificada entre vigilantes e bancários. Só assim teremos força capaz de enfrentar o poderio dos banqueiros e das empresas. Tenho também a certeza que a categoria vai conquistar o piso salarial único nacional como nós conquistamos após anos de muita luta. Hoje, um bancário do norte do país tem o mesmo salário que o bancário do sul”, relatou.

Carlos Gil, presidente do Sindicato de Duque de Caxias e diretor da CNTV, representou a Confederação Nacional no evento. Gil cobrou a participação dos trabalhadores nas demandas dos sindicatos e anunciou que vários sindicatos no Estado do Rio irão “apresentar uma proposta conjunta para a campanha salarial de 2017”.

A vigilante e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Itaguaí e Seropédica/RJ, Vânia Lima, falou das perseguições que vem sofrendo e reafirmou o compromisso com a categoria. “Com ou sem ameaças estou pronta para defender e lutar pelos interesses da categoria”, afirmou.

A mesa dos debates ainda foi composta pelos representantes: Nilson Araújo (Sindicato Petrópolis) e George Almeida (Sindicato Duque de Caxias). 

Os Sindicatos ainda foram orientados a fiscalizar as agências bancárias para verificar os locais onde os vigilantes almoçam e trocam de roupas.

As propostas aprovadas por unanimidade pelos trabalhadores foram: 

- Intensificar a luta para acabar com horistas (já esta em andamento processo judicial).

- Fim do almoço nas agências apenas às 09h e 16h horas (SVNIT já acionou a justiça)

- Implantar vigilantes 24 horas nas agências bancárias (Projeto será apresentado nas Câmaras de Vereadores da região)

- Implantar vigilantes nos autoatendimentos

- Dialogar com os bancos sobre desvio de função dos vigilantes como abordagem de clientes no interior da agência

- Pedir fim da liberação de clientes após o fechamento das agências por gerentes

- Horas extras para os vigilantes que ficarem nas agências após o horário de expediente a pedido dos gerentes


- Manutenção permanente nas portas giratórias que apresentam problemas constantemente

Fonte: Imprensa SVNIT
Fotos: Willian Chaves


quarta-feira, 23 de novembro de 2016

CNTV completa 24 anos: muitas conquistas a comemorar, apesar do ataque dos inimigos


A Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) chega aos 24 anos de existência contabilizando vitórias determinantes para os mais de 2 milhões de vigilantes do Brasil. Foi Piso, risco de vida, 30% de periculosidade, o colete como EPI (primeiro no carro-forte, depois no patrimonial), reblindagem e a manutenção dos rádios nos carros-fortes, defesa e o reconhecimento legal da jornada 12x36, Dia Nacional do Vigilante (20 de junho), entre outras importantes conquistas. 

Ninguém pode negar que estas conquistas foram articuladas, coordenadas nacionalmente, conduzidas por uma entidade criada, bancada e sustentada por sindicatos de luta. O próprio processo de regulamentação da lei da periculosidade foi um exemplo disso, quando num grupo tripartite (governo, patrões e trabalhares) foi a CNTV que unificou a posição da bancada dos trabalhadores (de cinco), onde alguns defendiam parcelar os 30% até 2017 ou até deixar de fora os vigilantes desarmados, ou mesmo na luta contra o fim da 12x36, quando não aceitamos negociar outras escalas, enquanto alguns já negociavam escalas diversas, tipo a 4x4x4. 

Uma Confederação que unificava os Sindicatos (mesmo os amarelos ou pelegos), que liderou a conquista dos 30%, a reblindagem e não aceitava o fim da 12x36 e tinha a ousadia de já iniciar uma nova campanha pelo Piso de R$ 3 mil, o combate e a denuncia contra as empresas estrangeiras que escravizam os trabalhadores era uma “carreta desgovernada” e tinha de ser parada. 

A ideia dos patrões retrógrados, reacionários e antissindicais foi buscar num grupo de sindicalistas “cordeiros”, “amigos” e “dóceis” os aliados para dividir os trabalhadores e “parar a carreta desgovernada”. Neste grupo tem os que defendem que o vigilante “pague o curso de reciclagem”, os que são contra o Piso Salarial de R$ 3 mil e os que fazem sindicato como “negócio de família, negócio particular ou meio de ostentação”. Nunca a defesa dos interesses dos trabalhadores.

Nosso aniversário de 24 anos é motivo de muita comemoração. Muitas e determinantes conquistas. Mas também é motivo de reafirmar que só temos UM lado: o lado dos trabalhadores, o lado das e dos vigilantes. Não acendemos uma vela para Deus e outra para o diabo. Não traímos os vigilantes, não fazemos sindicato como meio de enriquecimento, não misturamos sindicato com negócios. Não baixaremos a guarda para patrão ladrão de direitos, caloteiro e explorador. 

Nossas posições são claras: 

Piso Salarial de R$ 3 mil; 

Não abrir mão da 12x36; 

Abertura ampla, geral e irrestrita para capital estrangeiro; 

Melhor armamento; 

Lei anticalote para todos; 

Plano de segurança para todos os postos e proteção a vida dos vigilantes. 

Conquistamos, avançamos e resistiremos aos patrões, aos ladrões de direitos dos vigilantes, aos caloteiros, pelegos e traidores dos vigilantes. 


José Boaventura – Presidente da CNTV 22 de novembro de 2016

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Vigilantes da Caixa terão assentos nas agências


A pedido dos Sindicatos dos Vigilantes de Petrópolis e região, Niterói e região e Duque de Caxias a Caixa Econômica Federal informou que vai iniciar a implantação do assento para os vigilantes nas agências a partir do mês de maio. A notícia foi comunicada pelo Gerente de Segurança da CEF no Rio de Janeiro – GISEG, José Guilherme Nóbrega de Almeida, em reunião com os presidentes dos Sindicatos na manhã desta quinta-feira (14/04).

Inicialmente serão contempladas as agências de Niterói e São Gonçalo e, em seguida, Petrópolis, Três Rios, Teresópolis e Duque de Caxias. O assento é uma reivindicação antiga dos vigilantes que reclamavam de dores por ficarem em pé por muitas horas.

“Foi uma conquista muito importante. Nós levamos a reivindicação dos trabalhadores para as reuniões da CCASP em Brasília e com isso sensibilizamos a Caixa Econômica para atender nosso pedido. O assento vai possibilitar que os vigilantes se revezem nas agências após longo período em pé. Os Sindicatos de Niterói, Caxias e Petrópolis trabalham unidos em prol da categoria. O Guilherme também já nos adiantou que vai estender a medida para todo o Estado do Rio. Mais vigilantes serão beneficiados”, avalia Cláudio José, presidente do SVNIT.

A medida atende também à regulamentação da NR-17 que visa estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente. As condições de trabalho incluem aspectos relacionados também ao mobiliário, aos equipamentos e às condições ambientais do posto de trabalho e à própria organização do trabalho.

“Os municípios abrangidos pelos Sindicatos de Petrópolis, Caixas e Niterói serão os primeiros a serem beneficiados com a implantação dos assentos nas agências. Isso é o resultado do trabalho sério que realizamos junto com a Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV). Agora, vamos levar essa reivindicação para os demais bancos”, acrescenta Adriano Linhares, presidente do Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis.

A Gerência de Segurança da Caixa no Rio de Janeiro tem sido parceira dos Sindicatos nas questões que melhoram as condições de trabalho para os vigilantes e, consequentemente, a qualidade do serviço prestado.


“Esse diálogo aberto com GISEG da Caixa nos permite melhorar ainda mais as condições de trabalho para os vigilantes. Hoje, conseguimos atender a uma reivindicação antiga dos trabalhadores. Esse é o papel do sindicato”, afirma Carlos Gil, presidente do Sindicato dos Vigilantes de Duque de Caxias.



Willian Chaves
WMC Comunicação

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Nova reunião do GT Monitoramento define próximos passos do debate

Reunidos na manhã desta quinta-feira (10), na sede da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), em Brasília, os integrantes do Grupo de Trabalho (GT) de monitoramento eletrônico definiu aquilo que deve ser elaborado e apresentado no próximo encontro. O objetivo é estabelecer o perfil do trabalhador da área e, a partir daí, debater orientações e limites para a atuação profissional. 

Presidida pelo secretário Geral da CNTV, Cláudio José, a reunião contou ainda com a participação do presidente do Sindmonitoramento de Curitiba e Região, Ademir Pinckeski, únicos representantes laborais presentes. Também estiveram presentes representantes da Abrevis, Febraban e Fenavist. Para contribuir com o debate, o Sindmonitoramento e os sindicatos de vigilantes de Brasília e Petrópolis encaminharam o levantamento de alguns problemas encontrados em suas bases de representação. 

Para o próximo encontro, as entidades que participaram da reunião se comprometeram a apresentar mais dados, incluindo o perfil do trabalhador em monitoramento e a definição objetiva da atividade. 

Para Cláudio, a reunião foi positiva. “Tiramos alguns pontos importantes para buscar enquadrar, dentro da segurança privada, a questão do monitoramento eletrônico. Mais uma vez, a CNTV sai na frente no sentido de defender e buscar mecanismos que venham garantir a segurança dos trabalhadores”, afirmou. 

Fonte: CNTV

terça-feira, 24 de novembro de 2015

CUT reconhece CNTV como legítima representante dos vigilantes do Brasil


Durante o 12º Congresso Nacional da CUT (Concut), realizado entre os dias 13 e 17 de outubro, em São Paulo, a Coordenação Nacional do XXII Concut aprovou moção reconhecendo a Confederação Nacional dos Vigilantes como entidade filiada à Central e legítima representante dos trabalhadores e trabalhadoras vigilantes e da segurança privada. No documento, a direção eleita se compromete a envidar todos os esforços no sentido de buscar a unidade dos que compõem o setor.

Após distribuir uma carta aberta falando sobre os principais problemas que a CNTV vem enfrentado junto à CUT aos delegados participantes do Concut, e juntamente com os diretores da Central Jacy Afonso, Ari Aloraldo do Nascimento, Izac Jacson e Valeir Ertle, os delegados representantes dos vigilantes decidiram levar este documento à votação. Além disso, mais de 300 assinaturas foram recolhidas em apoio ao conteúdo.

O envio da carta aberta foi deliberado durante a 13ª Conferência Nacional dos Vigilantes, realizada em outubro, em Maceió (AL).

Resolução é primeira conquista da carta aberta dos vigilantes

A carta aberta produzida pelos dirigentes cutistas da CNTV deu seu primeiro passo com o reconhecimento, por parte da Central, da Confederação Nacional dos Vigilantes como representante legítima da categoria no Brasil. Agora, a CNTV aguarda a resposta da CUT sobre o pedido de reunião com a diretoria executiva para debater as próximas ações. A entidade quer tratar sobre sua agenda na Central e ainda a formalização do Ramo da Segurança Privada na CUT.

Participaram do Concut o diretor da CNTV, do SindesvDF, e agora eleito diretor da CUT Nacional, Roberto Miguel, e os representantes do DF Paulo Quadros, Edmilson, Gilson, Gilvan, Elenilde e Juliana. Também participaram do evento Marcelo (PE), Djalma (BA), Paulo Tico (RR), Marisa (RS) e Cabral (AP).



Fonte: CNTV

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Direção é eleita para comandar o Sindicato

Por vontade da maioria da categoria de vigilantes de Duque de Caxias, a nova diretoria foi eleita em setembro, durante assembleia geral extraordinária. O presidente, Carlos Gil de Souza, foi reeleito.

A diretoria é composta também por João Carlos Ferreira dos Santos como vice-presidente, Mariano de Souza Raphael como primeiro secretário, Luiz Ricardo dos Santos como tesoureiro, Gutemberg Mendonça Ribeiro e Sério Nunes Benedito como 1° e 2° membros do conselho fiscal, respectivamente.


A Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) parabeniza os companheiros pela vitória e deseja que os próximos quatro anos sejam de luta e avanços para toda a categoria.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Sindicato denuncia ao MPT empresas que não pagam direitos dos trabalhadores

O Sindicato dos Vigilantes de Duque de Caxias procedeu nos últimos dias uma série de denúncias ao Ministério Público do Trabalho de Duque de Caxias de irregularidades cometidas por empresas de segurança privada, além de homologações de trabalhadores da cidade sendo realizadas fora da base de atuação do Sindicato.

O presidente Carlos Gil adotou a medida para garantir os direitos dos trabalhadores e melhorar as condições de trabalho. Não pagamento de FGTS entre outros direitos vem sendo prática comum de algumas empresas. INSS, vale refeições e transportes também vem sendo constantemente atrasados. Entre as denúncias, existe a contratação de mão de obra sem assinatura da carteira de trabalho, o que é crime de exploração.

"Não podemos aceitar exploração de trabalhador. Os direitos são assegurados pela CLT e não vamos aceitar que as empresas deem um calote. O trabalhador deve ficar atento também onde sua homologação está sendo realizada. Uma homologação feita fora do sindicato de Caxias pode impor perdas ao trabalhador. Nosso Sindicato está sempre à disposição dos trabalhadores e das empresas para proceder com suas obrigações e fiscalizar para garantir os direitos", declara Carlos Gil, presidente do Sindicato.

Confira o print das denúncias, abaixo: