segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Seminário sobre segurança bancária em Niterói/RJ apresenta propostas

O 1º seminário sobre Segurança Bancária realizado pelo Sindicato dos Vigilantes de Niterói, São Gonçalo e região (SVNIT) no último dia 26/11 reuniu dezenas de participantes na Câmara de Vereadores de Niterói. Os Sindicatos dos Bancários de Niterói e região e dos Vigilantes de Duque de Caxias, Itaguaí e Petrópolis/RJ participaram dos debates. Foi aprovada uma pauta com propostas que serão levadas à Polícia Federal e aos bancos. 

O presidente do SVNIT, Cláudio José de Oliveira, destacou a importância do evento idealizado a partir de reivindicações dos trabalhadores. “Em muitas das nossas visitas às agências bancárias da nossa base detectamos que os vigilantes enfrentam muitos problemas não só nas condições de trabalho, mas também no relacionamento com alguns gerentes. O desvio de função também foi muito lembrado. A partir disso fizemos esse seminário que foi muito rico e elencou uma série de propostas que vamos levar a todos os órgãos competentes”, avaliou.

Representando o Sindicato dos Bancários de Niterói, Jorge Antônio Oliveira (Porkinho), lembrou a parceria entre o SVNIT e os Bancários e reforçou a confiança no trabalho da direção. “Me orgulho de ter contribuído para essa forte parceria. O SVNIT é uma entidade séria e de companheiros sérios. O Sindicato dos Bancários de Niterói estará sempre à disposição dos vigilantes para lutarmos juntos”, disse. Porkinho ainda falou sobre a necessidade de unificar as campanhas salariais das duas categorias. “Sonho com o dia em que teremos uma campanha salarial unificada entre vigilantes e bancários. Só assim teremos força capaz de enfrentar o poderio dos banqueiros e das empresas. Tenho também a certeza que a categoria vai conquistar o piso salarial único nacional como nós conquistamos após anos de muita luta. Hoje, um bancário do norte do país tem o mesmo salário que o bancário do sul”, relatou.

Carlos Gil, presidente do Sindicato de Duque de Caxias e diretor da CNTV, representou a Confederação Nacional no evento. Gil cobrou a participação dos trabalhadores nas demandas dos sindicatos e anunciou que vários sindicatos no Estado do Rio irão “apresentar uma proposta conjunta para a campanha salarial de 2017”.

A vigilante e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Itaguaí e Seropédica/RJ, Vânia Lima, falou das perseguições que vem sofrendo e reafirmou o compromisso com a categoria. “Com ou sem ameaças estou pronta para defender e lutar pelos interesses da categoria”, afirmou.

A mesa dos debates ainda foi composta pelos representantes: Nilson Araújo (Sindicato Petrópolis) e George Almeida (Sindicato Duque de Caxias). 

Os Sindicatos ainda foram orientados a fiscalizar as agências bancárias para verificar os locais onde os vigilantes almoçam e trocam de roupas.

As propostas aprovadas por unanimidade pelos trabalhadores foram: 

- Intensificar a luta para acabar com horistas (já esta em andamento processo judicial).

- Fim do almoço nas agências apenas às 09h e 16h horas (SVNIT já acionou a justiça)

- Implantar vigilantes 24 horas nas agências bancárias (Projeto será apresentado nas Câmaras de Vereadores da região)

- Implantar vigilantes nos autoatendimentos

- Dialogar com os bancos sobre desvio de função dos vigilantes como abordagem de clientes no interior da agência

- Pedir fim da liberação de clientes após o fechamento das agências por gerentes

- Horas extras para os vigilantes que ficarem nas agências após o horário de expediente a pedido dos gerentes


- Manutenção permanente nas portas giratórias que apresentam problemas constantemente

Fonte: Imprensa SVNIT
Fotos: Willian Chaves


quarta-feira, 23 de novembro de 2016

CNTV completa 24 anos: muitas conquistas a comemorar, apesar do ataque dos inimigos


A Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) chega aos 24 anos de existência contabilizando vitórias determinantes para os mais de 2 milhões de vigilantes do Brasil. Foi Piso, risco de vida, 30% de periculosidade, o colete como EPI (primeiro no carro-forte, depois no patrimonial), reblindagem e a manutenção dos rádios nos carros-fortes, defesa e o reconhecimento legal da jornada 12x36, Dia Nacional do Vigilante (20 de junho), entre outras importantes conquistas. 

Ninguém pode negar que estas conquistas foram articuladas, coordenadas nacionalmente, conduzidas por uma entidade criada, bancada e sustentada por sindicatos de luta. O próprio processo de regulamentação da lei da periculosidade foi um exemplo disso, quando num grupo tripartite (governo, patrões e trabalhares) foi a CNTV que unificou a posição da bancada dos trabalhadores (de cinco), onde alguns defendiam parcelar os 30% até 2017 ou até deixar de fora os vigilantes desarmados, ou mesmo na luta contra o fim da 12x36, quando não aceitamos negociar outras escalas, enquanto alguns já negociavam escalas diversas, tipo a 4x4x4. 

Uma Confederação que unificava os Sindicatos (mesmo os amarelos ou pelegos), que liderou a conquista dos 30%, a reblindagem e não aceitava o fim da 12x36 e tinha a ousadia de já iniciar uma nova campanha pelo Piso de R$ 3 mil, o combate e a denuncia contra as empresas estrangeiras que escravizam os trabalhadores era uma “carreta desgovernada” e tinha de ser parada. 

A ideia dos patrões retrógrados, reacionários e antissindicais foi buscar num grupo de sindicalistas “cordeiros”, “amigos” e “dóceis” os aliados para dividir os trabalhadores e “parar a carreta desgovernada”. Neste grupo tem os que defendem que o vigilante “pague o curso de reciclagem”, os que são contra o Piso Salarial de R$ 3 mil e os que fazem sindicato como “negócio de família, negócio particular ou meio de ostentação”. Nunca a defesa dos interesses dos trabalhadores.

Nosso aniversário de 24 anos é motivo de muita comemoração. Muitas e determinantes conquistas. Mas também é motivo de reafirmar que só temos UM lado: o lado dos trabalhadores, o lado das e dos vigilantes. Não acendemos uma vela para Deus e outra para o diabo. Não traímos os vigilantes, não fazemos sindicato como meio de enriquecimento, não misturamos sindicato com negócios. Não baixaremos a guarda para patrão ladrão de direitos, caloteiro e explorador. 

Nossas posições são claras: 

Piso Salarial de R$ 3 mil; 

Não abrir mão da 12x36; 

Abertura ampla, geral e irrestrita para capital estrangeiro; 

Melhor armamento; 

Lei anticalote para todos; 

Plano de segurança para todos os postos e proteção a vida dos vigilantes. 

Conquistamos, avançamos e resistiremos aos patrões, aos ladrões de direitos dos vigilantes, aos caloteiros, pelegos e traidores dos vigilantes. 


José Boaventura – Presidente da CNTV 22 de novembro de 2016

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Vigilantes da Caixa terão assentos nas agências


A pedido dos Sindicatos dos Vigilantes de Petrópolis e região, Niterói e região e Duque de Caxias a Caixa Econômica Federal informou que vai iniciar a implantação do assento para os vigilantes nas agências a partir do mês de maio. A notícia foi comunicada pelo Gerente de Segurança da CEF no Rio de Janeiro – GISEG, José Guilherme Nóbrega de Almeida, em reunião com os presidentes dos Sindicatos na manhã desta quinta-feira (14/04).

Inicialmente serão contempladas as agências de Niterói e São Gonçalo e, em seguida, Petrópolis, Três Rios, Teresópolis e Duque de Caxias. O assento é uma reivindicação antiga dos vigilantes que reclamavam de dores por ficarem em pé por muitas horas.

“Foi uma conquista muito importante. Nós levamos a reivindicação dos trabalhadores para as reuniões da CCASP em Brasília e com isso sensibilizamos a Caixa Econômica para atender nosso pedido. O assento vai possibilitar que os vigilantes se revezem nas agências após longo período em pé. Os Sindicatos de Niterói, Caxias e Petrópolis trabalham unidos em prol da categoria. O Guilherme também já nos adiantou que vai estender a medida para todo o Estado do Rio. Mais vigilantes serão beneficiados”, avalia Cláudio José, presidente do SVNIT.

A medida atende também à regulamentação da NR-17 que visa estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente. As condições de trabalho incluem aspectos relacionados também ao mobiliário, aos equipamentos e às condições ambientais do posto de trabalho e à própria organização do trabalho.

“Os municípios abrangidos pelos Sindicatos de Petrópolis, Caixas e Niterói serão os primeiros a serem beneficiados com a implantação dos assentos nas agências. Isso é o resultado do trabalho sério que realizamos junto com a Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV). Agora, vamos levar essa reivindicação para os demais bancos”, acrescenta Adriano Linhares, presidente do Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis.

A Gerência de Segurança da Caixa no Rio de Janeiro tem sido parceira dos Sindicatos nas questões que melhoram as condições de trabalho para os vigilantes e, consequentemente, a qualidade do serviço prestado.


“Esse diálogo aberto com GISEG da Caixa nos permite melhorar ainda mais as condições de trabalho para os vigilantes. Hoje, conseguimos atender a uma reivindicação antiga dos trabalhadores. Esse é o papel do sindicato”, afirma Carlos Gil, presidente do Sindicato dos Vigilantes de Duque de Caxias.



Willian Chaves
WMC Comunicação

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Nova reunião do GT Monitoramento define próximos passos do debate

Reunidos na manhã desta quinta-feira (10), na sede da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), em Brasília, os integrantes do Grupo de Trabalho (GT) de monitoramento eletrônico definiu aquilo que deve ser elaborado e apresentado no próximo encontro. O objetivo é estabelecer o perfil do trabalhador da área e, a partir daí, debater orientações e limites para a atuação profissional. 

Presidida pelo secretário Geral da CNTV, Cláudio José, a reunião contou ainda com a participação do presidente do Sindmonitoramento de Curitiba e Região, Ademir Pinckeski, únicos representantes laborais presentes. Também estiveram presentes representantes da Abrevis, Febraban e Fenavist. Para contribuir com o debate, o Sindmonitoramento e os sindicatos de vigilantes de Brasília e Petrópolis encaminharam o levantamento de alguns problemas encontrados em suas bases de representação. 

Para o próximo encontro, as entidades que participaram da reunião se comprometeram a apresentar mais dados, incluindo o perfil do trabalhador em monitoramento e a definição objetiva da atividade. 

Para Cláudio, a reunião foi positiva. “Tiramos alguns pontos importantes para buscar enquadrar, dentro da segurança privada, a questão do monitoramento eletrônico. Mais uma vez, a CNTV sai na frente no sentido de defender e buscar mecanismos que venham garantir a segurança dos trabalhadores”, afirmou. 

Fonte: CNTV

terça-feira, 24 de novembro de 2015

CUT reconhece CNTV como legítima representante dos vigilantes do Brasil


Durante o 12º Congresso Nacional da CUT (Concut), realizado entre os dias 13 e 17 de outubro, em São Paulo, a Coordenação Nacional do XXII Concut aprovou moção reconhecendo a Confederação Nacional dos Vigilantes como entidade filiada à Central e legítima representante dos trabalhadores e trabalhadoras vigilantes e da segurança privada. No documento, a direção eleita se compromete a envidar todos os esforços no sentido de buscar a unidade dos que compõem o setor.

Após distribuir uma carta aberta falando sobre os principais problemas que a CNTV vem enfrentado junto à CUT aos delegados participantes do Concut, e juntamente com os diretores da Central Jacy Afonso, Ari Aloraldo do Nascimento, Izac Jacson e Valeir Ertle, os delegados representantes dos vigilantes decidiram levar este documento à votação. Além disso, mais de 300 assinaturas foram recolhidas em apoio ao conteúdo.

O envio da carta aberta foi deliberado durante a 13ª Conferência Nacional dos Vigilantes, realizada em outubro, em Maceió (AL).

Resolução é primeira conquista da carta aberta dos vigilantes

A carta aberta produzida pelos dirigentes cutistas da CNTV deu seu primeiro passo com o reconhecimento, por parte da Central, da Confederação Nacional dos Vigilantes como representante legítima da categoria no Brasil. Agora, a CNTV aguarda a resposta da CUT sobre o pedido de reunião com a diretoria executiva para debater as próximas ações. A entidade quer tratar sobre sua agenda na Central e ainda a formalização do Ramo da Segurança Privada na CUT.

Participaram do Concut o diretor da CNTV, do SindesvDF, e agora eleito diretor da CUT Nacional, Roberto Miguel, e os representantes do DF Paulo Quadros, Edmilson, Gilson, Gilvan, Elenilde e Juliana. Também participaram do evento Marcelo (PE), Djalma (BA), Paulo Tico (RR), Marisa (RS) e Cabral (AP).



Fonte: CNTV

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Direção é eleita para comandar o Sindicato

Por vontade da maioria da categoria de vigilantes de Duque de Caxias, a nova diretoria foi eleita em setembro, durante assembleia geral extraordinária. O presidente, Carlos Gil de Souza, foi reeleito.

A diretoria é composta também por João Carlos Ferreira dos Santos como vice-presidente, Mariano de Souza Raphael como primeiro secretário, Luiz Ricardo dos Santos como tesoureiro, Gutemberg Mendonça Ribeiro e Sério Nunes Benedito como 1° e 2° membros do conselho fiscal, respectivamente.


A Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) parabeniza os companheiros pela vitória e deseja que os próximos quatro anos sejam de luta e avanços para toda a categoria.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Sindicato denuncia ao MPT empresas que não pagam direitos dos trabalhadores

O Sindicato dos Vigilantes de Duque de Caxias procedeu nos últimos dias uma série de denúncias ao Ministério Público do Trabalho de Duque de Caxias de irregularidades cometidas por empresas de segurança privada, além de homologações de trabalhadores da cidade sendo realizadas fora da base de atuação do Sindicato.

O presidente Carlos Gil adotou a medida para garantir os direitos dos trabalhadores e melhorar as condições de trabalho. Não pagamento de FGTS entre outros direitos vem sendo prática comum de algumas empresas. INSS, vale refeições e transportes também vem sendo constantemente atrasados. Entre as denúncias, existe a contratação de mão de obra sem assinatura da carteira de trabalho, o que é crime de exploração.

"Não podemos aceitar exploração de trabalhador. Os direitos são assegurados pela CLT e não vamos aceitar que as empresas deem um calote. O trabalhador deve ficar atento também onde sua homologação está sendo realizada. Uma homologação feita fora do sindicato de Caxias pode impor perdas ao trabalhador. Nosso Sindicato está sempre à disposição dos trabalhadores e das empresas para proceder com suas obrigações e fiscalizar para garantir os direitos", declara Carlos Gil, presidente do Sindicato.

Confira o print das denúncias, abaixo:






sexta-feira, 23 de outubro de 2015

PF apreende R$ 85 milhões e prende gerente de empresa no Recife

O gerente da Brinks, uma empresa de transporte e segurança no Recife foi preso e foi apreendido um total de R$ 85 milhões durante uma operação da Polícia Federal. A ação foi divulgada na manhã desta quinta-feira (22), mas a prisão ocorreu na quarta (21). O suspeito pagou fiança e foi liberado.
A prisão e a apreensão foram realizadas dentro da segunda fase da operação 'Grande Truque', cuja etapa inicial foi realizada em abril de 2014. Na época, R$ 22 milhões foram apreendidos. 
Já na quarta (21), a Polícia Federal apreendeu R$ 85 milhões, sendo 25 milhões em reais e o equivalente a R$ 60 milhões em moedas estrangeiras. Dentre elas havia dólares americanos, australianos e canadenses, francos suíços, libras esterlinas, euros, ienes, pesos argentinos, chilenos, mexicanos, colombianos e uruguaios, além de randezar, iuans e coroas norueguesas, dinamarqueses e suecas.
A operação investiga uma organização criminosa internacional de doleiros. De acordo com a PF, são investigados os crimes de caixa dois, instituição financeira clandestina e lavagem de dinheiro.
Segundo a PF, as investigações constataram que a empresa de segurança e transporte de valores envolvida na operação, estava atuando além dos limites legais, realizando operações de câmbio a pedido de instituições financeiras do Brasil.
Agora, a corporação investiga se essas operações estão registradas oficialmente e se a empresa continua desenvolvendo as atividades sem autorização do Banco Central do Brasil. A empresa em questão foi autuada por conduta ilícita, com pena de encerramento das atividades no estado.
Na sede da Brinks, que fica no bairro da Estância, na Zona Oeste do Recife, o gerente foi preso em flagrante. O homem, de 46 anos, é carioca e mora em Boa Viagem, na Zona Sul da capital. Ele foi autuado pela prática de instituição financeira clandestina, pagou fiança e vai responder ao processo em liberdade.
Por meio de nota, a Brinks informou que "cumpre todas as exigências legais na operação de transporte e custódia de valores no país, não realizando nenhum tipo de operação que envolva moedas nacional ou estrangeira além das mencionadas". A empresa explicou ainda que presta serviços para instituições financeiras, não realizando qualquer operação com pessoa física", destacando que as operações são devidamente registradas e identificadas de acordo com a legislação.
Fonte: G1

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Sindicato consegue mais um benefício para associados: cartão farmácia!


Visando melhorar o leque de benefícios e convênios para os associados ao Sindicato, o presidente Carlos Gil de Souza, foi informado, durante reunião com a diretoria do Benefício Social Familiar, que, em breve, será liberado aos associados um cartão farmácia que dará descontos de até 50% em medicamentos na rede credenciada. Esse cartão também poderá ser utilizado como crédito e os valores descontados em folha de pagamento.

Carlos Gil, presidente do Sindicato: luta incansável por mais
benefícios aos trabalhadores
"Essa é mais uma grande conquistas da direção do Sindicato. Aqui em Duque de Caxias buscamos diariamente mais benefícios para nossos associados. Temos uma parceria muito boa com o BSF - Benefício Social Familiar e estamos a cada dia ampliando mais as ofertas de serviços para os vigilantes, vigias e bombeiros profissionais civis. O ano de 2015 ficará marcado com o ano das conquistas e dos benefícios. Fechamos a parceria com o BSF e ainda conseguimos incluir na Convenção Coletiva de Trabalho, sem falar no consultório odontológico que já atendeu centenas de trabalhadores e dependentes em nosso sindicato. Esse trabalho não para por aqui", afirma Carlos Gil.

Para ter acesso aos benefícios oferecidos pelo Sindicato, os trabalhadores devem procurar  entidade e se associarem. 

Imprensa SindVig Duque de Caxias

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Sindicato garante gratificação aos vigilantes motoristas da Reduc e implantação da escala 12x36

Presidente do Sindicato Carlos Gil de Souza
A atuação do Sindicato em toda base rende resultados positivos para os trabalhadores. Vistorias do presidente do Sindicato dos Vigilantes de Duque de Caxias, Carlos Gil, em postos de serviços constataram descumprimento da CT - Convenção Coletiva de Trabalho.

Em reunião com o gerente de contrato da Reduc/Petrobras e um representante da empresa Angel Vigilância, Gil tratou de temas como a escala de serviço 2x1 e o não pagamento do adicional de 20% aos vigilantes motoristas, conforme prevê a CCT. Após o encontro, ficou decidido que a empresa efetuaria o pagamento da gratificação de 20% retroativa aos vigilantes motoristas.

Outra conquista foi o fim da escala 2x1 e a implantação da escala 12x36. Em todo país, os Sindicatos lutam pela manutenção da escala 12x36 já que empresários querem implantar a figura do vigilante horista, que criaria uma divisão salarial nos Estados.

Gil ainda visitou outros postos da Reduc e constatou vestiários, portaria, armamento, munição e fardamento estavam em excelentes condições, além do respeito ao cumprimento da hora de almoço. Outro fato identificado foi que os vigilantes da Reduc não têm descontadas as reciclagens.


“Este foi mais um serviço realizado com sucesso pelo Sindicato. Fiscalizando e conhecendo a realidade de cada posto de serviço para ajudar o vigilante a ter um trabalho digno e com seus direitos respeitados. Garantimos o pagamento da gratificação de 20% para os vigilantes horistas e também a escala 12x36 que permite ao trabalhador mais tempo para descanso e até mesmo outro trabalho para complementação da renda familiar”, avalia Carlos Gil de Souza, presidente do Sindicato.

Imprensa SindVig Duque de Caxias

terça-feira, 13 de outubro de 2015

“Cenário para negociações coletivas em 2016 é desafiador”, analisa economista do Dieese


A economista do Dieese – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, Fiorella Macchiavello, traçou o Perfil dos Trabalhadores Vigilantes e da Atividade de Segurança Privada na primeira mesa temática da 13ª Conferência Nacional dos Vigilantes da CNTV - Confederação Nacional dos Vigilantes que acontece em Maceió, estado de Alagoas.

Em pauta, as discussões sobre a atual conjuntura econômica do país e o crescimento dos últimos anos. De acordo com o estudo do Dieese, o INPC – Índice Nacional de Preços ao Consumidor, que serve de parâmetro para as negociações coletivas, deve fechar o ano de 2015 acima dos dois dígitos. A expectativa é de que chegue a 10,04%. O número dá a dimensão das batalhas que serão travadas em 2016 nas campanhas salariais que buscarão a reposição e ganho real para a categoria.

“2016 será mais um ano de desafios. A economia ainda não vai voltar a crescer. As expectativas são de desempenho no nível da faixa de -0,9%. Porém, a inflação vai diminuir consideravelmente, devendo ficar abaixo de 6%. Portanto, como as negociações coletivas dos trabalhadores recuperam o desempenho de 2015, pode ser que teremos um cenário bem desafiador”, afirma Fiorella Macchiavello.

O estudo trouxe ainda outros dados sobre a taxa de desemprego. Entre dezembro de 2014 e julho de 2015, as taxas de desemprego nas regiões metropolitanas aumentaram significativamente: de 4,3% para 7,5%, de acordo com o PME - Pesquisa Mensal do Emprego, e de 9,9% para 13,7%, segundo a PED – Pesquisa de Emprego e Desemprego do Dieese.

Negociações Coletivas

No primeiro semestre de 2015, mesmo com um cenário de recessão da economia, a maior parte das negociações coletivas conquistou ganhos reais. Porém, nos últimos oito anos o aumento real médio apresentou menor valor.

“74% da renda familiar no Brasil vem do trabalho, por isso é importante que se mantenha o ganho real nas negociações”, conclui MAcchiavello.

Em 2015, os empresários da segurança privada esperam lucrar R$ 50 bilhões. Segundo dados do Ministério de Trabalho e Emprego, entre 2006 e 2013 o contingente empregado com contratos formais no setor de segurança e vigilância privada passou de 417.914 para 697.814 trabalhadores, crescimento de 67%.

Nos últimos dez anos, os pisos salariais dos vigilantes patrimoniais e transporte de valores apresentaram um crescimento acima da inflação acumulada no período.

Economia Nacional


Apesar da crise econômica do país, em 2015, das 60 empresas da Bolsa de Valores - Ibovespa, 33 aumentaram seus lucros. Outras 27 tiveram o lucro diminuído, mas obtiveram lucro, e apenas 5 empresas tiveram prejuízo.

Willian Chaves - Imprensa SindVig Caxias

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Escala 12x36: jornada é inegociável e não vamos ceder às chantagens dos patrões

Carlos Gil, presidente do Sindicato dos Vigilantes de
Duque de Caxias, reforça a luta pela manutenção da
escala 12x36 para os vigilantes
Um dos assuntos mais comentados em todas as rodas de vigilantes é o possível fim da jornada 12x36. O presidente da CNTV – Confederação Nacional dos Vigilantes, José Boaventura, afirmou que não haverá negociação sobre o tema.

“Eles querem discutir conosco uma pauta nojenta. Fizemos um dia nacional de protesto denunciando a chantagem patronal. No dia 14 de setembro, o presidente da Fenavist afirmou, durante uma reunião no sul do país, que nunca quis acabar com a escala 12x36. Nós da CNTV fizemos o seguinte diagnóstico, o fim da 12x36 é uma chantagem”, disse Boaventura.

Para o advogado da CNTV e do Sindicato dos Vigilantes de Brasília, Dr Jonas Duarte, o que os patrões querem é resolver o problema do pagamento do intervalo que o vigilante tem direito. Os patrões se recusam a pagar o tempo do intervalo e atacam a jornada 12x36.

“A escala 12x36 não incomoda os empresários. O que eles querem é que os trabalhadores resolvam a questão do intervalo, que eles não querem pagar”, declara Jonas.

“Isso é uma discussão jurídica. É uma marginalidade econômica a tentativa de furtar o direito a receber pelo intervalo que é um direito do trabalhador”, acrescenta Dr Fragoso, advogado do Sindicato dos Vigilantes de Pernambuco.

A jornada 12x36 surgiu em 1979 durante uma greve em plena ditadura militar que considerava crime o movimento paredista. A nova jornada possibilitou o trabalhador a ter mais de um emprego. A escala não está expressa em lei, mas é regulamentada através das convenções coletivas e reconhecida pelo Ministério do Trabalho e Emprego e a Justiça do Trabalho.

Outras questões que também estão nos corredores de boatos são as possíveis escalas de 8 horas, 6 horas e, até mesmo, 4 por 4 horas, que significaria que o vigilante que trabalhasse de 08:00hs da manhã às 12:00hs, folgaria as próximas quatro horas e retornaria ao trabalho às 16:00hs para uma jornada até as 20:00hs. Isso é totalmente rechaçado pela CNTV, federações e sindicatos filiados.

“Acabar com a 12x36 somente se tiver dirigente sindical sem vergonha. Não pode ser uma decisão unilateral. O trabalhador não quer jornada de 8 horas, de seis horas, muito menos de 4horas em 4 horas”, afiança Boaventura.

Fonte: CNTV

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

13° CONFERÊNCIA DOS VIGILANTES

Mesa de discussão debate direitos sindicais e relembra histórico de lutas dos trabalhadores na 13ª Conferência Nacional dos Vigilantes

Presidente Carlos Gil indaga Procurador do Ministério Público do Trabalho
sobre perseguições que o Sindicato de Caxias vem recebendo
Após apresentação do estudo do Dieese sobre conjuntura econômica nacional, negociações salariais e desempenho do setor da vigilância privada nos últimos anos, a Conferência abriu discussão sobre questões referentes à saúde financeira das entidades, contribuições sindicais e importância da reivindicação de direitos, amparados pela CCT, como plano de saúde e assessoramento jurídico, pelo trabalhador.

"Este debate é essencial para os trabalhadores esclarecerem suas dúvidas e questionarem ações ilícitas de empresas de vigilância que desrespeitam às cláusulas da Convenção, prejudicando a vida de muitos trabalhadores", pontuou o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Pernambuco e diretor da CNTV, Souza.

O deputado federal Chico Vigilante também alertou os dirigentes sindicais sobre as diversas estratégias utilizadas pelo patronal para incriminar as entidades contra o trabalhador. Após abertura de espaço para perguntas dos presentes, um vigilante aproveitou a oportunidade para questionar membros da mesa sobre como agir contra postura comum da Justiça brasileira com muitos profissionais no Brasil, de retardar a busca de soluções para irregularidades realizadas pelas empresas .

"O que devemos fazer quando encaminhamos uma denúncia ao Ministério do Trabalho e o processo é arquivado rapidamente, não havendo uma mínima satisfação ao trabalhador?", questionou. "O MP deveria ser uma ferramenta de defesa dos direitos dos trabalhadores", afirmou. Outro vigilante questionou como exigir o pagamento da intrajornada. Sobre a importância da atuação sindical na conquista de direitos históricos dos trabalhadores, o procurador do Ministério Público de Brasília, Aluísio, foi enfático e ressaltou que esse processo precisa se fortalecer cada vez mais e não se render à perseguições do patronal.


"O mundo gira entorno dos princípios da liberdade e unicidade sindical", destacou ele, que ainda ressaltou que a assembleia pode ser considerada uma atividade soberana e legítima para a busca de resultados positivos para a categoria. "Precisamos refletir melhor a necessidade de reaprender a fazer o movimento sindical", concluiu o presidente da CNTV, Boaventura.

Fonte: CNTV

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Vigilantes querem ampliar lei de Duque de Caxias para todo o País

Uma lei aprovada na Câmara de Duque de Caxias pode vir a ser adotada em todo o país. A idéia é do Sindicato dos Vigilantes, Vigias Porteiros e Bombeiro Profissional Civil de Duque de Caxias. Segundo o presidente do Sindicato, Carlos Gil de Souza, trata-se da lei nº 1.706/2003, de autoria do então presidente da Câmara Laury de Souza Villar, que obrigou os estabelecimentos bancários a adotar acesso exclusivo para carga e descarga de valores nas agências bancárias do município.
Em caso de não cumprimento, a lei prevê advertência, multa na primeira reincidência, que pode ser dobrada na segunda reincidência, além da suspensão do alvará de funcionamento do estabelecimento.
            - Nosso Sindicato não luta apenas para melhorias para os trabalhadores de nossa categoria mas também por mais segurança para os usuários dos estabelecimentos onde atuamos, como agências bancárias. A lei é inovadora e sem precedentes no País. Por isso, estamos propondo à Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) para que encaminha a lei como sugestão para as câmaras das cidades e assembléias legislativas no estados onde for possível - disse Carlos Gil ao Capital. Para ele, a questão da segurança nas agências bancárias é um problema antigo. Ele cita como exemplo a área comum das agências, onde estão localizados os caixas eletrônicos. “Todos ficam preocupados ou assustados quando chegam os transportadores de valores com os malotes, seja ele vigilante ou cliente do banco. Todos que ali estão naquela hora ficam sob risco, pois tentativas de assalto nesses locais não é uma coisa incomum, muitas acontecem durante a descarga dos carros-fortes”.
            - O que ocorre - acrescenta o sindicalista – é que as normas em vigor não falam em garantia à integridade dos trabalhadores na área de segurança bancária e de transporte de valores, muito menos dos usuários dos bancos. A preocupação deles é apenas com o próprio patrimônio, o dinheiro, não com a vida das pessoas. O problema acontece nos locais onde não está o Banco Central muito menos a Federação dos Bancos. O resultado é que todos ficam entregues à própria sorte, é cada um por si e Deus por todos - constata Carlos Gil. “Vamos levar essa discussão a todos os sindicatos de nossa categoria, partindo da iniciativa inovadora que Duque de Caxias adotou”, lembrou.
DSC03782a_Jornal Capital/Marcelo CunhaAPOIO - O Capital acompanhou o encontro do presidente do Sindicato com o autor da lei e atual vice prefeito Laury Villar, realizado em seu gabinete na prefeitura de Duque de Caxias. Laury lembrou sua preocupação na época com a segurança das pessoas nas agências bancárias. “Nossa iniciativa sempre foi no sentido de procurar garantir menos riscos para o cliente, para os funcionários e os vigilantes. Com o acesso exclusivo, tudo é simplificado, pois os trabalhadores que transportam valores são identificados rapidamente e autorizados a ingressarem na agência pelo vigilante responsável. E tudo transcorre de maneira tranquila”, disse Laury, que acrescenta: “O mesmo não ocorre com a porta giratória. O vigilante que está dentro da agência não sabe quem está entrando, pois á um acesso comum a todos. E aí muitas vezes forma-se um tumulto na entrada. O que acontece é que vemos alguns absurdos. Muitas vezes a porta giratória está travada porque o cliente tenta entrar com chaves, celular ou moedas nos bolsos e pára tudo. Aí chegam os transportadores de valores com armas e pressa para entrar, pois estão conduzindo dinheiro, e a situação se complica. Os usuários ficam tensos. Tudo isso é motivo de preocupação e assusta os clientes. Infelizmente essa já é uma situação comum. Não é possível pela mesma porta entrarem os vigilantes e o público em geral, incluindo idosos e portadores de necessidades especiais. Isso aterroriza a todos que ali estão. Conversei muito com as dois lados, os trabalhadores na segurança das agências e usuários. Percebi que era um problema que afetava muita gente. Por isso, o projeto foi aprovado por unanimidade e sancionada de imediato”, lembrou o vice-prefeito.

           - Com o acesso exclusivo nada disso ocorre. A lei veio para suprir o vácuo, uma vez que os bancos não têm sistema próprio para garantir a integridade dos transportadores de valores e dos clientesno interior das agências - enfatiza Laury. Ele lembrou que logo após completado o prazo de 180 dias dado para que os estabelecimentos bancários se adaptassem à lei 1.706, as agências que não se enquadraram foram advertidas e depois multadas. “A Febraban, como se esperava, apelou para protelar o pagamento das multas. Mas é importante frisar que a lei está em vigor e muito nos honra saber que servirá de exemplo para outras cidades. Estou à disposição do Sindicato dos Vigilantes para o que estiver ao meu alcance. Podem contar comigo”, concluiu Laury Villar.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Sindicato de Caxias renova parceria para a formação de vigilantes

O Sindicato dos Vigilantes, Vigias Porteiros e Bombeiro Profissional Civil de Duque de Caxias anunciou a renovação da parceria com o NCTEC (Novo Centro Técnico de Formação em Segurança Ltda), entidade que continuará ministrando qualificação para a categoria. Segundo o presidente do Sindicato, Carlos Gil de Souza, que é também diretor da Confederação Nacional dos Vigilantes-CNTV e da Federação Interestadual dos Vigilantes-FEVIG, filiado à Central Única dos Trabalhadores (CUT), o convênio com o NCTEC vem de muito tempo, aproximadamente 15 anos. As pessoas originárias da Baixada Fluminense são isentas de uma certidão de cartório que é exigida apenas para os moradores da capital.

- Através do convênio, ajudamos muitos interessados com carta de descontos. No meu caso, pude fazer o lado de armamento e tiro e o psicotécnico par minha reciclagem e o recadastramento de minha arma, conhecendo de perto o instrutor de tiro João Bercle Gonçalves. Faz parte também da equipe a psicóloga Sara Pais. Os dois são profissionais qualificados e cadastrados na Polícia Federal e se dedicam muito à formação dos futuros profissionais - disse Gil ao Capital.

Na sede do NCTEC, localizada no bairro de Olaria, a movimentação é intensa. Além de vigilante patrimonial, o Centro forma profissionais de segurança pessoal privada, escolta armada, transporte de valores, CFTV (monitoramento por câmeras), supervisão e segurança para grandes eventos. Sara Pais, que ali trabalha há cerca de 10 anos, diz que é sempre assim. “O NCTEC é que é o que mais qualifica profissionais desse segmento no Estado do Rio de Janeiro. Temos o ISO 9001 desde o ano passado. Somos o único no Rio de Janeiro com essa certificação, que é da ABNT [Associação Brasileira de Normas Técnicas]. Nossa qualidade é total e é conferida através de inspeções a cada seis meses”, afirmou a psicóloga.

João Bercle diz que atua no NCTEC há cerca de quatro anos. Ele lembrou que ao deixar o corpo de fuzileiros navais, onde trabalhava como instrutor, continuou desenvolvendo seu conhecimento nessa área e também em defesa pessoal, pois é faixa preta de jiu-jitse. “O convite para trabalhar como instrutor na área de segurança privada foi há sete anos. Comecei e fui desenvolvendo cada vez mais. Me credenciei em armamento e tiro em 2013 pelo Sinarm [Sistema Nacional de Armas e Munições, da Policia Federal] e desde então estou focado nisso. Trabalho também com o clube de tiro Colt 45 e ministro instrução para profissionais de segurança pública. Também auxilio aqueles que tem interesse em compra de armas, pedido de porte, aquisição e renovação de registro, CR de atirador, colecionador, caçador, etc”. Ele não sabe dizer ao certo quantas pessoas já passaram por ele nesses quatro anos no NCTEC. “Por baixo, vou chutar pelo menos 10 mil alunos”, se arriscou.

Sara Pais acrescenta: “O NCTEC faz a preparação para todos os tipos de segurança. Com as turmas de transporte de valores, fazemos até simulação com carro forte. E hoje, tendo em vista a realização das Olimpíadas no ano que vem, a procura está muito grande por turmas de grandes eventos”.

No Novo Centro Técnico de Formação em Segurança, os alunos que residem fora da cidade, dispõe até de alojamento. Após um período de quatro semanas, sai um profissional formado para o mercado. Em um período de 45 a 90 dias, está pronto para trabalhar, depois que a documentação retorna da Polícia Federal. 

O Sindicato dos Vigilantes funciona na Rua Francisco Sabino nº 12, Parque Fluminense, Duque de Caxias, RJ. O telefone é (21) 3134-1193. Email: sidcaxias@yahoo.com.br. Quem desejar fazer o contato com o CNTEC pode ligar para 2209-9650 e 7851-3993 ou para 96465-4390 (João Bercle) e 98646-8272 (Sara Pais).
Fonte: Jornal Capital

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Sem acordo, votação do Estatuto da Segurança Privada é adiada mais uma vez

Durante A votação do projeto de lei 4238/12 que pretende criar o Estatuto da Segurança Privada no Brasil foi adiada mais uma vez. O parecer do relator, deputado Wellington Roberto (PR-PB), que estava marcado para ser votado na tarde desta quarta-feira (09), na comissão especial da Câmara dos Deputados, foi adiado por pressão dos trabalhadores para que a matéria avance no valor defendido: R$ 3 mil.

Vigilantes de todo o país acompanharam de perto a votação do parecer e pressionaram para que o texto do relator atendesse as reivindicações da categoria. Depois de muito debate e diálogo entre os deputados e os dirigentes da Confederação Nacional dos Vigilantes, representada pelo presidente José Boaventura e o deputado Chico Vigilante, a comissão decidiu por adiar a votação do parecer para a próxima quarta-feira (16).

O presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), José Boaventura Santos, pontuou que “o projeto tem como centro o estabelecimento do piso nacional, o que não foi incluído no relatório. A nossa proposta é o piso de R$ 3 mil e esperamos avançar esta semana”.

O diretor da CNTV e deputado distrital Chico Vigilante destacou que “apesar dos avanços com relação à legalização da segurança privada no Brasil, mas vamos continuar lutando pelo piso nacional de R$ três mil reais”, destacou. Para o parlamentar, o Estatuto é a oportunidade de colocar todos os vigilantes que trabalham ilegalmente dentro da legalidade.

Representando o Estado do Rio de Janeiro estiveram presentes na reunião os presidentes dos Sindicatos dos Vigilantes de Duque de Duque de Caxias, Carlos Gil, Petrópolis, Adriano Linhares, e Niterói, Cláudio Vigilante.

Saiba mais- Texto apresentado pelo relator, deputado Wellington Roberto (PR-PB), é um substitutivo ao Projeto de Lei 4238/12 do Senado que cria um piso salarial para vigilantes. O relator apresentou um substitutivo ao projeto original e a diversos apensados, propondo a criação do Estatuto da Segurança Privada e da Segurança das Instituições Financeiras.


Aprovação na comissão especial será a última etapa antes de ser levado para ser votada em Plenário na Câmara dos Deputados.

Fonte: CNTV