sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Sindicatos da região norte deixam a federação pelega e fundam nova entidade com lideranças legítimas e compromissos de luta

No dia 15 de outubro, no auditório da sede do Sindicato dos Vigilantes de Manaus, aproximadamente 200 vigilantes e lideranças sindicais da categoria foram convidados para prestigiar a assembleia de fundação da nova Federação dos Vigilantes da Região Norte do Brasil. Dirigentes dos Sindicatos de vigilantes de Rondônia, Roraima, Amapá, Pará e Amazonas concluíram o procedimento formal: desvincularam-se da furibunda Federação dos Vigilantes do Norte e Nordeste (FESVINE) para fundar a Federação específica dos vigilantes da região Norte. 



O Presidente do Sindicato dos Vigilantes de Manaus, Valderli Bernardo, foi eleito presidente. A diretoria é composta por dirigentes dos demais Sindicatos da região. O presidente e o secretário da “furibunda” compareceram, defenderam contra, mas foram derrotados. Como uma das primeiras providências e mostrando a que veio a nova entidade representativa dos vigilantes já agendou para novembro uma reunião específica dos sindicados do norte para organizar a forma de apoio e mobilização conjunta dos Sindicatos da região nas campanhas salariais de 2015. 

Para o presidente da entidade, Valderli Bernardo, a fundação da Fevinorte é de suma importância porque a outra federação já não representava a categoria há muito tempo. “Precisamos de uma entidade de segundo grau para que possamos levantar bandeiras de luta e pauta unificada na região. Por isso, criamos e fundamos ontem a Fevinorte. Faremos de tudo para que ela seja de luta, classista e acima de tudo democrática. Que possamos ver nela nossos anseios atendidos enquanto vigilantes do norte”, afirmou.

Federação dirigida por lideranças legítimas

Agora, os sindicatos da região norte não dependem mais de uma federação em que os principais dirigentes não possuem nenhuma representação na categoria. Prova disso, é que o presidente Frank perdeu todas as eleições que disputou no sindicato de Manaus nos últimos 12 anos, o tesoureiro há quase 20 anos não é nem mais vigilante no Maranhão e o Secretário Geral preside um sindicato no interiorzão do Pará, que não junta mais que 200 vigilantes. Também nunca apoiou as lutas dos vigilantes da região, a exemplo da campanha do risco de vida, contra os patrões caloteiros e, agora, é contra a campanha do Piso de R$ 3 mil. 

Além da articulação das campanhas salariais de 2015, a nova Federação e os Sindicatos já vêm trabalhando a campanha do Piso Salarial Nacional de R$ 3 mil, os projetos de leis locais (governos e prefeituras) anticalote, além do apoio a aposentadoria especial para vigilantes. 

Prestigiaram também a assembleia de fundação da nova Federação a Senadora Vanessa Graziottin (PCdoB/AM), autora da lei da periculosidade do vigilante; o Presidente da CNTV, José Boaventura, além de representantes e lideranças sindicais de Brasília e de sindicatos locais, como bancários, petroleiros, CTB, entre outros. 

A CNTV parabeniza a toda turma do Norte. Sindicato/Federação/Confederação é para lutar e defender trabalhador. 

Fonte: CNTV

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

CNTV programa ato pelo Piso Nacional em Brasília


A direção da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) já está articulando um grande ato em Brasília pelo Piso Nacional dos Vigilantes. A data ainda não foi definida e os sindicatos estão sendo consultados e mobilizados.

O autor do Projeto de Lei (PL) 4238/2012, senador Marcelo Crivella, já deu a deixa, em reunião promovida pelo Sindicato do Município do Rio de Janeiro. Segundo publicado no site da entidade, Crivella afirmou que a luta dos trabalhadores da segurança privada pelo piso nacional é viável, basta que haja a mobilização da categoria em todo o país. Ele conclamou os vigilantes a lutarem pelo Piso Nacional como os PMs lutam pelo mesmo motivo, através da PEC 300. “O projeto do piso nacional é a PEC 300 dos vigilantes”, ressaltou.

O deputado relator da Comissão Especial que discute o PL, Nelson Pelegrino (PT/BA) e o presidente da Comissão se propuseram a mediar uma negociação com o patronato sobre o PL em questão. Até mesmo os patrões já disseram, na audiência pública realizada no dia 10 de junho, que topam negociar uma proposta de piso nacional e sem graduação de risco.

A experiência de mobilizar e negociar as melhores propostas para os trabalhadores quer seja na mesa de negociação com os patrões, quer seja no próprio legislativo, já fez e ainda faz parte da história de lutas da CNTV. O caso da periculosidade é um grande exemplo. Ele foi iniciado na Câmara como Risco de Vida e negociado no Senado para Periculosidade, com reflexos em todos os ganhos do vigilante (hora extra, adicionais, férias, 13º, etc), e transformado em lei há dois anos.

Os contra

De quem não se esperava, partiu o principal ataque contra a campanha do Piso Nacional: um grupo de sindicalistas quer dividir a categoria.

Em um documento assinado em nove de junho, afirmam bobagens do tipo: o projeto dos patrões de vigilância (o senador Crivella é dono de qual empresa?); o projeto é eleitoreiro (a primeira versão dele é de 2010. Sendo assim, o PL da periculosidade também era eleitoreiro?); propõe realizar um grande seminário para definir a pauta dos trabalhadores (enquanto isso, vamos permitir que os patrões joguem solto na Câmara e aprovam um piso rebaixado?); propõem que o piso seja igual ao maior do Brasil (hoje é de R$1.575,39, em Brasília). Aqui está a resposta: isto tudo que consta no documento significa lutar por um piso menor para não incomodar ao patrãozinho.

Alguns dirigentes mais espertos já pularam fora deste engodo, como a Federação do RJ. Antes, estavam junto, mas na semana passada levou o senador Crivella ao sindicato e aprovou apoio ao PL. Mas a principal resposta está vindo da categoria. Esta, não tem rabo preso, não tem medo do patrão e sabe que a luta se constrói na lição do poeta Vandré: “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer”.


Fonte: CNTV

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Tentativa de golpe contra quem luta pelos trabalhadores do Brasil: Vai ter resistência!

Uma Confederação Sindical que mostrou competência, coragem e compromisso com os vigilantes brasileiros e seus sindicatos; que tem liderado as principais conquistas da categoria, como a reblindagem dos carros fortes, coletes balísticos e a estrondosa conquista da Periculosidade; que logo em seguida, inicia outra campanha pelo piso nacional de 3.000, precisa ser parada. Esta tentativa de golpe foi desferida contra a CNTV. O Diário Oficial de hoje (23) publicou despacho do Secretario de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (TEM) Manoel Messias Melo suspendendo o registro sindical da CNTV até que seja comunicado e reconheça a sua adequação.

Não é à toa que paralelo a este golpe é tentada a criação de outra Confederação, que herda o mesmo endereço em Brasília, a mesma estrutura de onde, até poucos dias atrás, funcionava uma Associação Nacional de patrões, a ABSEPS. Esta “confederação”, inclusive, é contra a campanha do piso nacional de R$ 3 mil, não aceita o diálogo direto com os Sindicato e com os trabalhadores, mas tão somente com federações – algumas delas que não representam ninguém e são somente meio de vida e negócio de alguns sanguessugas e pelegos.

O que o MTE fez hoje foi SUSPENDER (leia bem: suspender, e não cancelar, ou cassar) a representação da CNTV sem nenhum amparo legal. Para confirmar, basta pesquisar na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) e na Constituição Federal. Não há informação alguma que sustente a suspensão desta representação. A preocupação do MTE deveria ser em cassar o registro de entidades fantasmas que extorquem a categoria suprimindo seus direitos e sem ter representatividade alguma. AS PORTARIAS NÃO PODEM SUPRIMIR A LEI.

A CNTV tem história e vai resistir. Com registro sindical ou sem registro sindical a luta vai continuar. As providencias jurídicas e a mobilização na base já estão na ordem do dia.

Quem luta pelos vigilantes, quem tem lado, não foge da trincheira!  


Fonte: CNTV

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Sindicato flagra novas irregularidade na FEUDUC e prepara denúncia

O Sindicato dos Vigilantes de Duque de Caxias flagrou novas irregularidades cometidas pela Faculdade Feuduc e a ONG . As instituições insistem em descumprir itens de segurança colocando guardas florestais para realizar os serviços de portaria, acesso e segurança.

O presidente do Sindicato, Carlos Gil, afirma que vai denunciar as responsáveis, novamente, no Ministério Público.

Em 2014, o Sindicato denunciou a faculdade e a ONG por conta de exploração de menores nas dependências da instituição no trabalho de bombeiro civil. O Ministério Público abriu inquérito para investigar a denúncia.


Leia as matérias: 

MP vai investigar trabalho de menores por empresa na Feuduc



quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Sindicato divulga lista de pedidos de fiscalização às empresas de segurança encaminhada à Polícia Federal e que não foram realizadas

Buscando dar transparência às ações realizadas pela direção do Sindicato, o presidente Carlos Gil, torna público todas as denúncias apresentadas solicitando fiscalizações pela Polícia Federal nas empresas de segurança que atuam na região. 

Nas imagens abaixo você pode acompanhar as datas das solicitações e conhecer as empresas que não receberam a fiscalização da Polícia Federal.




segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Vigilantes lançam campanha pelo Piso Nacional de R$ 3.000 no Estado do Rio


Os vigilantes do Estado do Rio de Janeiro lançaram no último sábado (13), em Niterói, a campanha pelo Piso Nacional de R$ 3.000 para a categoria. O encontro aconteceu na Câmara de Vereadores e contou com a presença do presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), José Boaventura, da vereadora de Niterói , Verônica Lima (PT), do vereador de São Gonçalo, José Carlos Vicente, de dirigentes dos sindicatos de Barueri (SP), Goiânia (GO), Distrito Federal, Mesquita e Nilópolis, Itaguaí e Seropédica e Itaperuna, Sindicato dos Bancários de Niterói e dezenas de trabalhadores. O ato foi organizado pela CNTV e os Sindicatos dos Vigilantes de Niterói e região, Petrópolis e região e Duque de Caxias.

No evento foram discutidos os rumos da categoria e os próximos passos para a mobilização em torno da campanha pelo piso unificado. Uma moção foi aprovada pelo plenário como apoio dos vigilantes do Estado do Rio de Janeiro ao Piso Nacional dos Vigilantes.

Caravanas de diversas cidades tomaram o as galerias da Casa Legislativa como: Petrópolis, Duque de Caxias, Niterói, São Gonçalo, além de vários vigilantes da cidade do Rio de Janeiro e de outros municípios da Baixada Fluminense.

Piso Unificado de R$ 3.000

O valor de R$ 3 mil está inserido no plano de lutas de confederações e sindicatos e leva em consideração estudo do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos,) desgaste físico e mental resultado da atividade desenvolvida, entre outros fatores que apontam o valor como o mínimo justo para a categoria.



Os Sindicatos convocam a categoria a se mobilizar pela aprovação do Projeto de Lei 4238/2012 do Senador Marcelo Crivela (RJ). O PL apresentado pelo Senador em 2012 foi aprovado no Senado com uma proposta de três pisos (de acordo com o grau de risco – máximo, médio e mínimo, nos valores de R$ 1.100, 950 e 800, respectivamente). Agora está na Câmara dos Deputados, que constituiu em maio último uma Comissão Especial. No dia 10 de junho a Comissão realizou uma audiência publica, com a nossa presença e a dos patrões. Os sindicatos defendem um piso único sem distinção de grau de risco. Os patrões até disseram já concordar com um piso nacional e único (sem variação de grau de risco), ficando o valor para a negociação na Câmara.

WMC Assessoria de Comunicação





segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Agora é a vez do Rio de Janeiro! Lançamento da Campanha pelo Piso Nacional de R$ 3 mil para os Vigilantes! Você é nosso convidado!


OS SINDICATOS DE VIGILANTES DE DUQUE DE CAXUAS, NITERÓI, SÃO GONÇALO E REGIÕES (SVNIT), PETRÓPOLIS E REGIÕES, FEDERAÇÃO INTERESTADUAL DOS VIGILANTES (FEVIG) E A CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS VIGILANTES (CNTV) CONVIDAM:

Todos os Vigilantes para participar do Ato de Lançamento do Piso Nacional dos Vigilantes que será realizado no dia 13/09/14 em Niterói na Câmara de Vereadores de Niterói, endereço Av. Ernani do Amaral Peixoto 625 Centro de Niteroi.
 
Contamos com a presença de todos os Vigilantes para que possamos dar mais uma partida em grande estilo para mais uma vitória como foi a luta pelos 30% DE PERICULOSIDADE.
 
Já temos confirmado a presença de alguns Vigilantes de Outros Estados e dos Sindicatos de Vigilantes de Nilópolis e Mesquita, Sindicato de Itaguaí e Seropédica e o Sindesverj.


quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Sindicatos se reúnem com vice de Crivela no Rio para debater Piso Nacional dos Vigilantes

A luta pelo Piso Nacional dos Vigilantes já está a todo vapor também no Estado do Rio. Nesta quarta-feira (03), o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Duque de Caxias,Carlos Gil, acompanhado do presidente de Niterói, São Gonçalo e região, Cláudio Vigilante, e Petrópolis e região, Adriano Linhares, além do vice-presidente do SVNIT, Paulo Henrique, se reuniram com General José Alberto da Costa Abreu, candidato a vice-governador do Rio na chapa de Marcelo Crivela.

O objetivo do encontro foi apresentar ao Senador Crivela, que é autor do Projeto de Lei 4238/2012 que tramita no Congresso Nacional e versa sobre o piso da categoria, porém dividido em três níveis de profissionais, a necessidade de um único piso unificado de R$ 3.000 conforme campanha lançada pela Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) e sindicatos e federações filiadas.

Diante da demanda apresentada pelos dirigentes sindicais, o General se comprometeu a levar o assunto ao conhecimento do Senador para análise da proposta da categoria. Um novo encontro deve ser agendado para os próximos dias diretamente com Crivela.

O PL apresentado pelo Senador em 2012 foi aprovado no Senado com uma proposta de três pisos (de acordo com o grau de risco – máximo, médio e mínimo, nos valores de R$ 1.100, 950 e 800, respectivamente). Agora, está na Câmara dos Deputados que constituiu em maio último uma Comissão Especial. No dia 10 de junho a Comissão realizou uma audiência publica, com a nossa presença e a dos patrões. Os patrões até disseram já concordar com um piso nacional e único (sem variação de grau de risco), ficando o valor para a negociação na Câmara.

A CNTV e Sindicatos de luta, de pronto, apresentaram a proposta de R$ 3.000, baseado no estudo do Dieese, que aponta este valor como mínimo ideal e em Congressos da categoria. O Presidente desta Comissão Especial é um Deputado patrão de Sergipe, mas o Relator (o cargo mais importante neste tipo de comissão) o Deputado NELSON PELEGRINO (PT/BA) tem fortes ligações com os vigilantes, pois já foi advogado do Sindicato da categoria na Bahia e se propôs a mediar esta negociação entre empregada x patrão na Comissão.

Willian Chaves - Imprensa Sindical RJ

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

BBC: Empresa de Pernambuco tem autorização cancelada

A Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), representada pelo secretário-geral da entidade, Cláudio José, votou pela conversão da pena proposta pela Polícia Federal à empresa BBC Serviços de Vigilância Ltda. de Pernambuco nesta quarta-feira (20), na 102ª reunião da CCASP. A proposta da CNTV foi para que a pena de cancelamento fosse convertida para multa pecuniária de 2.500 UFIRs (Unidade Fiscal de Referência) preservando, desta forma, quase 2 mil empregos de vigilantes.

O processo havia sido retirado para vistas pela CNTV na reunião anterior e foi colocado em votação novamente nesta quarta-feira. A CNTV apresentou o púnico voto contrário ao cancelamento e a favor da conversão de pena.

“O voto da CNTV neste processo da BBC de Pernambuco buscou defender os trabalhadores da empresa. Nosso entendimento é de que a empresa errou, deveria ser punida e por este motivo propusemos a multa. Acreditamos firmemente que a categoria não pode ser penalizada pela ação criminosa dos patrões e, neste caso, só quem perde são os vigilantes” ponderou Cláudio.         

Entenda o caso

A BBC Serviços de Vigilância Ltda. demitiu 10 vigilantes e, após as formalidades de praxe, compareceram vigilantes e prepostos à sede do Sindicato dos Vigilantes de Pernambuco no dia 20 de janeiro de 2011 para realizar a homologação das rescisões. Na saída, um destes trabalhadores foi coagido para que devolvesse os valores recebidos na ocasião.

A CNTV entende que a falta foi grave e defende que a empresa seja punida, inclusivo com a prisão dos responsáveis. “Acontece que, com o cancelamento, quem perde são quase 2 mil trabalhadores”, esclareceu Cláudio.

Na mesma reunião que votou pelo cancelamento da empresa, outras 53 receberam a mesma punição e um processo foi retirado de pauta para vistas pela Abrevis e CNTV.


Fonte: CNTV

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Carlos Gil participa de reunião da CCASP, em Brasília, que multou empresas de segurança em mais de R$ 750 mil

Na 102ª reunião da CCASP, Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada que é presidida pela Polícia Federal, em Brasília, 1.856 processos foram analisados e julgados, sendo que 1.312 processos se referiam a empresas de segurança privada, orgânica, transporte de valores e cursos de formação. As multas somaram R$ 758.351, 08 e foram aplicadas por falhas como coletes vencidos, armamento com defeito, falta da Carteira Nacional de Vigilante (CNV), reciclagem vencida e atuação, principalmente em eventos, sem curso e registro profissional.

Carlos Gil, presidente do Sindicato dos Vigilantes de Duque de Caxias, participou da reunião em Brasília, onde também se reuniu com diretores da CNTV para discutir a campanha pelo Piso Nacional dos Vigilantes.

A reunião, que aconteceu na quarta-feira (20), marcou também a posse do novo representante dos vigilantes com assento na CCASP, Cláudio Vigilante, que é presidente do Sindicato de Niterói e diretor da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV).

Além das empresas de segurança, os bancos também foram multos em mais de R$ 6 milhões por falhas da segurança, falta de vigilantes, de plano de segurança, entre outros.

Os processos pautados foram abertos pelas delegacias estaduais de segurança privada (Delesp) da PF por descumprimento da lei federal 7.102/1983 e das portarias da Polícia Federal. Alguns deles são também fruto de denúncias dos trabalhadores e da fiscalização realizada pelos sindicatos.



A CCASP

A CCASP é um fórum consultivo e conta com 12 membros, sendo cinco representantes de empresas de segurança, um representante da Febraban, um representante da Contraf-CUT, um representante da CNTV, um representante da Federação dos Trabalhadores Vigilantes de São Paulo, um representante do Sindvalores-DF, um representante da PF e um representante do Exército. A Comissão julga processos abertos contra bancos, empresas de segurança privada, orgânica, transporte de valores e cursos de formação de vigilantes por descumprirem a legislação vigente sobre a segurança privada.

Imprensa SindVig Duque de Caxias e CNTV



terça-feira, 19 de agosto de 2014

"Piso Nacional vai trazer mais qualidade de vida para o vigilante", afirma o presidente Carlos Gil

O movimento sindical dos vigilantes, através da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), travou uma luta titânica contra o império econômico das empresas de valores, que teve como resultado uma vitória significativa onde foi garantido à categoria o adicional de 30% de risco de vida/periculosidade, reparando uma injustiça praticada há décadas pela classe patronal.

Porém, quem sabe faz a hora, não espera acontecer! Desde junho passado a CNTV iniciou campanha pelo Piso Nacional de R$ 3.000,00 para categoria. O Sindicato dos Vigilantes de Duque de Caxias está empenhado nesta luta e participando ativamente de todas as discussões para a implantação do piso salarial nacional.

O presidente Carlo Gil, que está em Brasília a trabalho, fala da importância do Piso Nacional Salarial.

“É muito importante ter um salário igual para todos por que o vigilante merece pelo risco enfrentado no dia a dia, armado ou desarmado. Através deste salário a família terá a oportunidade de viver melhor e com condições de garantir educação e saúde de qualidade aos filhos. Tudo isso vai resultar numa força de trabalho do vigilante mais eficaz porque ele vai trabalhar com tranquilidade. Todos vão ganhar: o vigilante e o contratante do serviço. A prestação de serviços vai melhorar. O vigilante vai trabalhar com mais qualidade zelando e focando apenas no patrimônio do cliente sem trazer transtornos para as empresas com todos os seus direitos garantidos e com um salário melhor para a sua sobrevivência.”, afirma Carlos Gil, presidente do Sindicato dos Vigilantes de Duque de Caxias.

Imprensa SVIDC

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Nota pesar pela morte de Eduardo Campos

A Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV)  e o Sindicato dos Vigilantes de Duque de Caxias lamentam a morte do candidato à presidência Eduardo Campos (PSB) e de todos os trabalhadores que estavam bordo. Campos e outras seis pessoas estavam no jato que caiu na manhã desta quarta-feira (13) em Santos (SP). As causas do acidente ainda estão sendo investigadas.

A CNTV e o Presidente do Sindicato, Carlos Gil, registram seu pesar com a morte de Campos e destes companheiros e manifesta as mais sinceras condolências aos amigos e familiares neste momento de luto.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Piso Nacional dos Vigilantes: Esta luta também é sua!

Após conquistar avanços significativos para a categoria de vigilantes, sendo a mais recente a garantia do adicional de 30% de risco de vida/periculosidade, a Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) deu início, em junho passado, à Campanha pelo Piso Nacional de R$ 3 mil. O movimento é resposta ao anseio da categoria de ter seu trabalho devidamente reconhecido e remunerado e tem levado ao debate aquilo que os trabalhadores decidiram.

Assim como outras batalhas já travadas pela categoria, a conquista do piso de R$ 3 mil exigirá esforço, dedicação e, principalmente, unidade. Isto porque o Projeto de Lei (PL) 4238/2012, que trata sobre o assunto, estipula salários que podem variar entre R$ 800, R$ 900 e R$ 1.100, dependendo do grau de risco a que o vigilante está exposto. O PL é de autoria do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) e apresenta este conceito, que é contestado pela CNTV.

A Confederação entende que não existem faixas específicas de perigo. “Todos os trabalhadores correm risco de vida e sofrem pressões internas e externas que impactam na sua saúde e segurança. Os trabalhadores morrem em qualquer lugar, seja em uma escolinha infantil, em um banco ou em um carro-forte”, explicou o presidente da CNTV, José Boaventura.

Para ele, a periculosidade é a mesma e o salário base deve ser unificado nacionalmente. O princípio do Piso Nacional e sem escala de risco conta, inclusive, com a manifestação favorável do patronato. Durante a mesma audiência pública, o presidente da Federação Nacional de Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist), Odair Conceição, apresentou um estudo mostrando as pequenas variações entre a média dos salários pagos atualmente. Para ele, é possível que os valores pagos de norte a sul do país sejam padronizados.

Para Boaventura, esta é uma oportunidade para negociar uma proposta que atenda aos interesses dos vigilantes. Segundo ele, os trabalhadores do setor já são experimentados em queda de braço e a negociação do valor é que vai estar em jogo. “Esta será uma briga para definir valores. Sobre o conceito de piso nacional, até os patrões já concordaram que é necessário ser implementado”, afirmou Boaventura.

Este é um dos motivos pelos quais o relator do PL, deputado Nelson Pellegrino (PT-BA), defende uma ampla discussão sobre o assunto. Outro motivo é a existência de mais de 100 apensos abordando temas relacionados à remuneração dos vigilantes e à segurança privada, bancária, entre outros.

Para o secretário de Finanças da CNTV, Jervalino Bispo, “esta é a forma que temos de unificar os salários dos trabalhadores em um valor maior do que o existente e valorizar a categoria por igual a nível nacional, pois mesmo nas regiões sul e sudeste do país, que são os lugares considerados mais ricos, os pisos não são os maiores da categoria. Somente com piso nacional podemos tratar toda a categoria como igual”.



Por que R$ 3 mil?

O valor de R$ 3 mil está contido no plano de lutas e foi aprovado em outubro de 2013 durante o II Congresso Extraordinário da CNTV. “O salário defendido pelos vigilantes leva em consideração informações sobre salário mínimo fornecidas pelo Dieese, além de acréscimo pelo desgaste físico e mental decorrente da atividade desenvolvida”, explicou Boaventura.

A afirmação sobre o desgaste físico e mental é comprovada por dados. De acordo com pesquisa realizada pela CNTV e Contraf-CUT, em 2013 houve um crescimento de 14% nas mortes relacionadas a bancos em relação ao ano de 2012, sendo que 10% das vítimas eram vigilantes.

Além de mais investimento em segurança por parte dos bancos, os vigilantes cobram também que a lei vigente seja atualizada. "Queremos regras para que possamos de fato preservar a vida das pessoas, preservando a nossa, com condições de oferecer um serviço que seja de qualidade. É óbvio que um piso salarial digno vai trazer mais valorização e mais qualificação para estes profissionais", disse José Boaventura.

Piso Nacional dos vigilantes, uma luta da classe trabalhadora
  
Ações que têm como objetivo a valorização de uma categoria, seja qual for, não devem ser apenas internas, somente dos que possuem interesse direto. Ter esta consciência é, segundo o secretário de Relações Intersindicais da CNTV e membro da executiva nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Roberto Miguel de Oliveira, um item fundamental na construção de campanhas vitoriosas em benefício dos trabalhadores.

“Uma das bandeiras da CUT é a luta pela educação, e sempre ouvimos que a defesa não deve partir apenas dos profissionais deste ramo. A mesma coisa sobre a saúde: a luta por tudo o que diz respeito a esta área não pode ser apenas desta categoria, mas de todos. Digo o mesmo sobre a valorização dos vigilantes. Garantir qualidade de vida e remuneração justa não deve ser uma luta só nossa, mas de toda a CUT, de todos os trabalhadores”, defendeu.

Segundo Roberto Miguel, é função também da CUT fazer com que outras categorias se engajem nesta nova batalha. “A CNTV é filiada à CUT e representa os vigilantes na estrutura da Central. A luta pelo piso nacional não é, portanto, uma luta que interessa somente a um sindicato, federação ou confederação, mas aos trabalhadores de modo geral. Por isso, a CUT deve se engajar na organização neste novo embate, que certamente terá como desfecho a vitória não só dos vigilantes, mas de toda a classe trabalhadora brasileira”, enfatizou.
         
Parlamentares manifestam apoio à nova campanha dos vigilantes

Parlamentares que já possuem longa história de parceria com os trabalhadores brasileiros já declararam total apoio à luta da categoria pelo piso nacional de R$ 3 mil. O deputado distrital Chico Vigilante (PT/DF) e os deputados federais Erika Kokay (PT/DF), Eudes Xavier (PT/CE) e Nelson Pellegrino (PT/BA) estão juntos com a categoria neste novo embate.

“Nós estamos iniciando uma grande luta. É a luta pelo piso nacional dos vigilantes. Hoje nós temos 27 Estados, contando com o DF, e 27 salários. Vigilante é uma categoria com a mais alta responsabilidade e por isso precisamos ter um piso mínimo nacional unificado. A nossa luta pelo piso de R$ 3 mil é uma luta real, verdadeira, e que está sendo desenvolvida também no Congresso Nacional, mas precisamos da ajuda de toda a sociedade, especialmente dos vigilantes”. (Chico Vigilante)


“A definição de um piso nacional é imprescindível para a valorização da categoria, que vive uma disparidade discriminatória de remuneração salarial. Um dos pontos fundamentais na discussão é a consolidação de um estatuto da segurança privada que inclua diretrizes sobre a jornada, remuneração e formação continuada desses profissionais. Ou seja, mecanismos que assegurem os direitos destes trabalhadores”. (Erika Kokay)

Fonte: CNTV

Polícia Federal adia realização da 102ª reunião da CCASP para dia 20

A Polícia Federal adiou no meio da tarde de sexta-feira (1º) a realização da 102ª reunião da Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP), que estava prevista para a próxima quarta-feira (6), em Brasília. A nova data é o dia 20 (quarta-feira), às 9 horas, nas dependências da PF, na capital federal.

Essa será a terceira reunião em 2014. A CCASP é um fórum consultivo, que conta com representações do governo, bancários, vigilantes e entidades patronais.

Os processos são abertos pelas delegacias estaduais da Polícia Federal (Delesp) a partir da fiscalização anual do plano de segurança dos estabelecimentos e das denúncias de irregularidades que podem ser também encaminhadas pelas entidades sindicais.

O presidente do Sindicato dos Vigilantes de Duque de Caxias, Carlos Gil, vai participar da reunião representando também a Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) da qual faz parte da direção.


Fonte: Contraf-CUT

domingo, 27 de julho de 2014

Sindicato vai à Superintendência da Caixa no Rio de Janeiro por conta do novo sistema de abertura de agências

Presidentes do Sindicato dos Vigilantes de Niterói (Cláudio Vigilante) e região, Petrópolis e região (Adriano Linhares) e Duque de Caxias (Carlos Gil) se reuniram com superintendente da GISEG da Caixa Econômica Federal no Rio de Janeiro, responsável pela segurança nas agências, Guilherme Nóbrega, para discutir o novo sistema de abertura dos bancos. O encontro, que aconteceu no prédio administrativo do banco no centro do Rio, teve a participação também do presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes, José Boaventura, e do bancário e representante da CUT, Marcelo Rodrigues.

A implantação do novo sistema causou preocupação nos vigilantes o que motivou a reunião. Alguns pontos foram esclarecidos e novas medidas deverão ser tomadas. Detalhes do novo sistema não serão relatados aqui por questões de segurança. No entanto, uma nova linha de raciocínio será implementada pelos sindicatos que fiscalizarão as agências da Caixa em toda região.

O superintendente da CEF garantiu que o sistema é o que há de mais avançado no mercado e esclareceu ainda algumas dúvidas dos vigilantes. Toda abertura de agência é monitorada por um sistema de monitoramento que libera o acesso apenas após o cumprimento de uma série de passos e avaliação do local.

Ainda como proposta de discussão de um novo modelo de gestão de segurança, os vigilantes vão levar o debate a nível nacional para ser construída, juntamente, com os bancários uma forma mais eficaz que evite qualquer tipo de ação da bandidagem e coloque em risco a vida dos funcionários.

Os presidentes aproveitaram ainda para discutir o número de vigilantes por agências. Novas ações de fiscalização deverão acontecer para relatar à GISEG possíveis irregularidades.

O Rio de Janeiro saiu na frente de novo nas discussões levantadas pela categoria. Todas as novas medidas visam proteger os trabalhadores que atuam em todo Estado. A iniciativa dos Sindicatos de Niterói, Petrópolis e Duque de Caxias reafirma o compromisso com a categoria.

Imprensa Sindical RJ - WMC Assessoria