História



O Sindicato dos Vigilantes de Duque de Caxias foi fundado em 1992 com o objetivo de se aproximar mais da categoria e defender os anseios dos vigilantes que trabalham no município. O presidente Carlos Gil ocupou importantes cargos e é um dos sócios-fundadores da entidade. Seu primeiro cargo foi como vice-presidente nomeado. Um ano mais tarde, em 1993, Gil foi eleito vice-presidente da entidade, mandato que exerceu até 1995. Outro cargo que Gil foi mandatário foi de tesoureiro (1995-1997);

Em 1997, Carlos Gil chegou à presidência do Sindicato iniciando uma gestão marcada por denunciar as péssimas condições de trabalho dos vigilantes, vigias e bombeiros e profissionais civis.

Foram inúmeras denúncias na tentativa de acabar com a vigilância clandestina e que mudaram o cenário da profissão na cidade. Vitórias que podem ser destacadas como o fim da clandestinidade em postos de trabalho como: Garagem da Viação Regina, Supermercado Extra, Cervejaria Itaipava, Fábrica de Cigarros Sulamericana e Presunic todos, atualmente, postos de serviços regularizados com vigilantes trabalhando e recebendo todos os direitos elencados na convenção coletiva de trabalho.

Na refinaria da Petrobrás, local onde vários vigilantes atuam, o presidente Carlos Gil conquistou o parcelamento do risco de vida para os profissionais que já recebem a periculosidade.

Foi também durante os mandatos de Gil que 400 trabalhadores conseguiram resgatar o Fundo de Garantia (FGTS) em 2012 através da intermediação do Sindicato com a empresa Executive Service, que fechou as portas, e a Caixa Econômica Federal. Todas as homologações foram feitas pelo Sindicato e os trabalhadores aguardam na Justiça o recebimento dos demais direitos.

Gil ainda ampliou a atuação da entidade que passou a representar os trabalhadores Bombeiro Civil e Profissional Civil assinando Convenção Coletiva com o patronal e garantindo direitos. A categoria de Vigias também é representada pelo Sindicato dos Vigilantes de Caxias e a CCT é assinada com sindicato de empresas em asseio e conservação de Petrópolis.

Além desses e outros trabalhos desempenhados pelo Sindicato, destacam-se as mesas redondas no Ministério do Trabalho com as empresas Juiz de Fora Segurança, exigindo o pagamento dos 30% de risco.
O presidente Carlos Gil tem formação em escola conceituada em Escolta Armada, Segurança Penal Privada –SPP e Vigilância Patrimonial, o que o credencia como conhecedor da categoria. Gil também é membro da Igreja Evangélica Nova Vida.

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